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Gatilho negado

Câmara rejeita vincular salários de auditores aos de ministro do Supremo 

O Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou, por votos insuficientes, proposta que incluía as carreiras do Fisco da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios entre os cargos que terão o salário vinculado ao subsídio dos ministros do Supremo Tribunal Federal.

O destaque do PPS tentava ampliar a aplicação da Proposta de Emenda à Constituição 443/09, aprovada no dia 6 de agosto, para membros da Advocacia-Geral da União. A emenda precisava de 308 votos favoráveis para ser aprovada, mas obteve 269 votos a favor e 185 contra.

De acordo com o Sindifisco (sindicato dos auditores fiscais da Receita), a categoria vai paralisar as atividades nesta quarta-feira (12/8). Servidores em alguns estados já entregaram cargos comissionados.

Conforme a PEC 443, quem ocupa o último degrau na carreira da AGU receberá automaticamente 90,25% do salário de ministro do STF. Segundo o Ministério do Planejamento, determinadas carreiras terão aumento de 66% com a aprovação da proposta. Com informações da Agência Câmara Notícias.

Revista Consultor Jurídico, 11 de agosto de 2015, 21h38

Comentários de leitores

2 comentários

A Casa tia Joana (não é mais a mãe)

J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)

Ao que tudo indica o ideal seria estabelecer logo o piso do serviço publico brasileiro o salário do Ministro do STF e seus consectários lógicos e jurídicos.
Assim, quiçá, teríamos algum serviço público neste país.

Represamento de pautas bombas

Advogado Santista 31 (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Do jeito que o nosso legislativo federal está, não irá sobrar pedra sobre pedra. É uma pauta bomba atrás da outra que o que vislumbro é o país explodir tal qual uma bomba atômica.

Comentários encerrados em 19/08/2015.
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