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Empreiteiras sob suspeita

Para presidente do TCU, paralisar obras seria negativo para Brasil

Paralisar as obras contratadas entre a União e as empreiteiras envolvidas no escândalo da Petrobras seria negativo para o Brasil. A opinião é de Augusto Nardes, presidente do Tribunal de Contas da União (TCU).

“Parar as obras como um todo seria um grande prejuízo para a nação. Poderíamos repactuar, eles perderiam o que está acima do preço. Como consequência, faríamos economia para o erário”, afirmou.

Ainda segundo Nardes, é preciso avaliar a situação e ponderar se as empresas devem ser declaradas inidôneas, o que as impede de firmar novos contratos com a administração pública.

“Parece que as empresas estão demonstrando boa vontade, todas elas ajudando, estão se dispondo a devolver recursos”, disse o presidente, que acredita que a repactuação dos contratos atuais seria o caminho ideal para a situação.

Revista Consultor Jurídico, 17 de novembro de 2014, 22h13

Comentários de leitores

2 comentários

institucionalizar

preocupante (Delegado de Polícia Estadual)

Atendida a sugestão do insigne, a corrupção deixará de ser institucionalizada para ser legalizada. Será que o ilustre ministro não está no cargo errado? Entendo que não é essa a natureza do TCU. A defesa dos corruptos e corruptores deve ser feita pelos seus causídicos, isso sim. Afinal são bilhões de dólares desviados dos cofres públicos para enriquecimento ilícito à custa da miséria dos desvalidos que o governo tanto fala não haver recursos para evitar suas suas mortes por falta de atendimento nos hospitais públicos.

Então basta o ladrão devolver o que roubou?

Mauro - Advogado (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)

Nos termos do comentário o corruptor estará sendo absolvido. Corrompeu; devolve parte do dinheiro da corrupção e continua a sangrar os cofres públicos. Isso seria o equivalente a aceitar um pedido de desculpas de quem rouba. Ou então, basta ao ladrão devolver o dinheiro que roubou e tudo estaria certo. E a lei anticorrupção, como fica?

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