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Bons exemplos

Prêmio Innovare começa avaliação das 367 práticas jurídicas inscritas

As 367 práticas que pretendem melhorar Justiça inscritas na 11ª edição do Prêmio Innovare já estão recebendo as visitas dos 16 consultores selecionados para analisar o funcionamento das atividades. O objetivo é levantar informações sobre qualidade, eficiência, celeridade e satisfação dos usuários, entre outros quesitos analisados pelo Innovare.

O trabalho dura cerca de três meses e inclui agendamento, visitas, entrevistas e produção de relatórios que vão auxiliar os jurados na escolha dos vencedores.

O Prêmio avaliará na categoria Prêmio Especial iniciativas desenvolvidas para melhorar o sistema penitenciário brasileiro. O tema este ano é o “Sistema Penitenciário Justo e Eficaz”. A premiação tem como objetivo incentivar e reconhecer boas iniciativas de magistrados, advogados, defensores públicos e membros do Ministério Público.

Está marcada para o próximo dia 5 de agosto a primeira reunião da comissão julgadora, composta por  ministros e outros membros da magistratura nacional, além de representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e da advocacia. Na ocasião, será feita a divisão dos trabalhos do júri, que anunciará os vencedores em dezembro na tradicional cerimônia de premiação.

Consultores
No Rio de Janeiro, a advogada Viviane Machado visitará as 30 iniciativas que concorrem este ano pelo estado. Em São Paulo, 79 práticas serão visitadas pelo advogado Thiago Zoratti. Em Minas Gerais, o advogado Matheus Tavares Perdigão Mendes vai analisar 17 práticas inscritas.

O advogado Ricardo Bermudes Medina Guimarães visitará as nove iniciativas que concorrem este ano pelo estado do Espírito Santo. O escritório Cabanellos Schuh ficará com a tarefa de entrevistar autores e usuários de 66 iniciativas inscritas, sendo 21 no Distrito Federal, 23 no Rio Grande do Sul e 22 no Paraná. Em Santa Catarina, a advogada Bárbara Wolf fará a análise das 20 práticas inscritas no estado.

No Nordeste, o consultor Rafael Cavalcanti Albuquerque é o responsável pelo levantamento de informações de 28 práticas, dividas entre Pernambuco (19), Piauí (4) e Paraíba (5). No Rio Grande do Norte (10 práticas), o trabalho de análise ficará a cargo do escritório Medeiros Gomes Advogados; no Ceará (18), do escritório Sciascia Cruz Advogados; em Sergipe (4), da advogada Leyla Hora Nascimento; na Bahia (11), do escritório Magalhães Costa Advogados; no Maranhão (5), do advogado Marco Antonio Coelho Lara; em Alagoas (5), do advogado Marcelo Brabo.

Na região Norte, o trabalho de pesquisa será dividido entre os advogados Antônio Cláudio Pinto Flores, no Amazonas (9); Altivo Júnior, no Tocantins (7); Lucas Andrade, no Acre (3) e em Roraima (2); e João Carlos Addário, no Amapá (3), em Rondônia (6) e no Pará (14).

Em Goiás, as atividades de pesquisa também serão feitas pelo advogado Altivo Júnior. Serão analisadas ainda sete práticas em Mato Grosso e 12 em Mato Grosso do Sul. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

Revista Consultor Jurídico, 30 de julho de 2014, 15h00

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