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Escalada da violência

Um quarto dos mortos por ataques aéreos de Israel em Gaza são crianças

Somente nos últimos cinco dias, pelo menos 28 crianças palestinas entre um e 17 anos de idade foram mortas em ataques aéreos do governo de Israel contra Gaza — um quarto do total de mortos —, com muitas outras feridas. Os dados foram divulgados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) nesta sexta-feira (11/7). A agência da ONU alertou ainda que o litoral de Gaza está bloqueado, o que torna difícil para os civis a fuga.

Em Israel, os ataques com foguetes a partir de Gaza também ameaçam as vidas de crianças israelenses, destacou o Unicef, porém não há vítimas fatais entre os israelenses.

Segundo agências de notícias internacionais, milhares de moradores de Gaza fugiram de suas casas neste domingo (13/7) diante dos bombardeios e ameaças israelenses de intensificar a ofensiva contra o movimento islamitta Hamas na região. 

O Escritório da ONU de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) estima que, até o momento, 512 casas tenham sido destruídas ou severamente danificadas por ataques aéreos israelenses desde o início da mais recente onda de violência, no início de julho.

A ONU informou que 542 famílias palestinas — ou 3.250 pessoas — foram deslocadas pelo bombardeio. Além disso, 34 escolas foram danificadas. Cerca de 2 mil pessoas estão recebendo assistência do Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA).

Serviços de saúde
A recente escalada de violência na Faixa de Gaza levantou preocupações sobre a capacidade do governo e do Ministério da Saúde do território palestino ocupado para lidar com o aumento da carga de emergências médicas no sistema de saúde.

O alerta é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que lembrou sobre os elevados níveis de escassez de medicamentos, materiais descartáveis médicos e suprimentos hospitalares, bem como o aumento da dívida da área de saúde.

A OMS e o Ministério da Saúde palestino estão convidando os doadores locais e internacionais a apoiar o Ministério para enfrentar a atual difícil situação no território palestino ocupado, especialmente na Faixa de Gaza, que segundo a agência da ONU está afetando a saúde e bem-estar dos palestinos.

Além das centenas de mortes e ferimentos, um hospital, três clínicas e um centro de dessalinização da água em um campo de refugiados também foram danificados. A OMS teme que mais ataques possam acontecer, piorando ainda mais a situação. Com informações da Assessoria de Imprensa da ONUBR. 

Revista Consultor Jurídico, 13 de julho de 2014, 17h47

Comentários de leitores

3 comentários

O estabelecido não estabelecido...

Mig77 (Publicitário)

Israel não terá paz.A irresponsável e injusta resolução da ONU em 1947 fez e continua fazendo vítimas.A mesma ONU que não fez valer sua resolução de não invasão do Iraque pelos EUA.A Palestina precisa ser um Estado soberano, livre.Na faixa de Gaza não há só palestinos, mas a motivação sempre foi, é, e será um Estado Palestino livre, obedecendo os limites territoriais anteriores à guerra de 1967.É uma luta desigual.Israel, potência bélica e nuclear não permite, sob os olhos compla$$$centes da comunidade internacional, o direito legítimo à liberdade de um povo desalojado de suas terras.Agora, alguns culpam Gaza pelos ataques a Israel, sem mortos, e "deixam prá lá" o cerne da questão.Muito confortável.É o que tem sido feito até agora.Sugiro ver o link abaixo, o mapa da região e sua cronologia nos últimos 67 anos.
Ficará boquiaberto, se isento.
http://www.palestinalibre.org/articulo.php?a=45199

Gaza não está ocupada

INTERESSADO NA VERDADE (Advogado Autônomo - Empresarial)

Gostaria de esclarecer que, diferentemente do afirmado repetidamente pelo articulista, erradamente, nenhum território de Gaza encontra-se ocupado por Israel, sendo público e notório que a população civil de Israel foi inicialmente agredida por centenas de mísseis disparados a esmo contra ela pelos terroristas palestinos do hamás, que tomaram o controle da faixa de gaza, antes de Israel se ver obrigada a ter que tomar providências militares para reagir e acabar com a covarde e desumana agressão perpetrada pelos terroristas do hamás.

Ademais, entendo importante, também, que o articulista tivesse esclarecido que muitas das vítimas civis de Gaza estão sendo tratadas em hospitais Israelenses, além do fato de que, apesar das hostilidades, Israel continuar a fornecer suprimentos e energia elétrica para Gaza.

Caso alguém tenha interesse em se informar melhor a respeito do tema, recomendo o seguinte endereço web:
http://itonga.serversur.com/noticias/val/79977/opinion-el-actual-conflicto-entre-israel-y-hamas-destruye-mitos.html

Espanto

preocupante (Delegado de Polícia Estadual)

O mais espantoso é que quanto mais sangue derramado de inocentes palestinos, mais satisfeitos ficam os membros do Hamas, grupo radical palestino. Inclusive tantas mortes de crianças deve-se mais ao fato deles colocarem tais crianças como escudos humanos para depois usarem o resultado nefasto como propaganda contra os Israelenses. Sem falar no fato de que são sempre eles a provocarem a ira dos Israelenses com ataques surpresa quando a situação entre ambos os lados está numa aparente tranquilidade.

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