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"Ordem pública"

TRF-4 mantém a prisão preventiva de oito investigados na "lava jato"

A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou pedido de oito investigados na operação "lava jato" que tentavam deixar a prisão. “Justifica-se a adoção da prisão preventiva como forma de garantir a ordem pública, em face do risco de reiteração criminosa”, afirmou o relator dos processos, desembargador federal João Pedro Gebran Neto.

Ele seguiu a mesma linha do juiz Sergio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, que defendeu as prisões como forma de impedir o "ciclo delituoso". 

O colegiado manteve presos preventivamente: Sérgio Cunha Mendes (foto), vice-presidente executivo da Mendes Júnior; Erton Medeiros Fonseca, da Galvão Engenharia; Dalton dos Santos Avancini, João Ricardo Auler e Eduardo Hermelino Leite, da Camargo Corrêa; Mateus Coutinho de Sá Oliveira e José Adelmário Pinheiro Filho, da OAS, e o empresário Fernando Soares, conhecido como Baiano.

Gebran disse que o país está diante de um caso ímpar e complexo. “Nunca tivemos no Brasil um caso dessa envergadura, dessa dimensão econômica. São crimes de alta lesividade ao patrimônio público”, afirmou durante julgamento na última quarta-feira (17/12). A pauta da sessão reuniu sustentações orais de conhecidos criminalistas, como José Luís Mendes de Oliveira Lima, Marcelo Leonardo e Celso Vilardi.

Segundo Gebran, Moro fez um detalhamento cuidadoso e exaustivo dos fatos, descrevendo como cada um dos réus foi apontado nos depoimentos do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, apresentando relatórios de gravações telefônicas. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRF-4.
 

Revista Consultor Jurídico, 18 de dezembro de 2014, 10h18

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