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Atlas de Acesso à Justiça aponta aumento de 8% em número de advogados

A Secretaria de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça divulgou nesta quarta-feira (17/12) o novo Atlas de Acesso à Justiça. O documento traz dados e análises atualizados sobre a realidade judicial no país.

O secretário de Reforma do Judiciário, Flávio Crocce Caetano, apontou que houve aumento no número de advogados (8%) e defensores (7%) em 2013 em comparação a 2012, mas considerou que o número de profissionais ainda é insuficiente para democratizar o acesso à Justiça.

"Isso mostra que esse aumento é muito baixo para o que tem que ser feito. Nós temos que ter uma política nacional de acesso à Justiça, um estímulo muito forte para Defensoria Pública e também um incentivo muito forte para uma advocacia que chamamos de "advocacia solidária", porque um país que tem mais de 800 mil advogados pode utilizá-los também em processos de justiça para a população mais pobre", disse o secretário.

Caetano também falou sobre os esforços conjuntos entre os estados, a União, as Defensorias Públicas, a Ordem dos Advogados e demais órgãos, que podem apresentar projetos específicos para a advocacia solidária.

"Acreditamos na união de todos e temos ambiente político para isso. Todos estão irmanados com essa vontade, com essa convicção de que precisamos melhorar. É um ambiente muito favorável para que a gente consiga fazer uma política nacional de acesso à Justiça", destacou o secretário.

Objetivo
O Atlas de Acesso à Justiça foi concebido em 2012 com o objetivo de ser uma ferramenta de consulta para o cidadão, na qual ele possa tomar conhecimento de seus direitos fundamentais e das vias de acesso à Justiça em todas as partes do país.

A partir do documento, são estabelecidos planos de ação de políticas públicas para aperfeiçoar os sistemas de tutela jurídica e identificar os principais pontos que impedem os cidadãos de reclamarem seus direitos fundamentais básicos, especialmente nas regiões mais pobres do país. Com informações da Assessoria de Imprensa do Ministério da Justiça.

Clique aqui para ler o Atlas de Acesso à Justiça.

Revista Consultor Jurídico, 18 de dezembro de 2014, 6h26

Comentários de leitores

2 comentários

Programa "mais advogados"

Anderson B. Silva (Advogado Sócio de Escritório)

Pelo que entendi falta pouco para a criação de um programa "mais advogados", o judiciário procura a todo custo a facilitação da justiça, inclusive indeferindo a maior parte das assistencias judiciárias gratuitas, mas devem ter mais advogados para atender os mais pobres. Pobre do advogado, que advogando para os pobres recebe honorários da defensoria que sequer são capaz de pagar a alimentação. Quem sabe com a criação do "mais advogados" a defensoria comece a passar R$ 10.000,00 mensais aos que atuam para os pobres.
E digo mais, tenho certeza que o advogado, na situação em que se encontra, não faria igual ao Conselho de Medicina, pelo contrário, apoiaria o auxilio e teria fila para cadastro.

o que é...

Ricardo A Fronczak (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

o que é "democratizar a justiça" ??

É termos mais advogados, juízes, promotores, etc., ou é cumprir-se a lei e as decisões judiciais ??

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