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Teoria e prática

Ministro Salomão lança livro e discute arbitragem e mediação na USP

Da esquerda para a direita: Roberto Rosas; Antônio Mathias Coltro; José Horácio Ribeiro; Luís Felipe Salomão; e Marcos de Almeida Salles.

O Salão Nobre da Faculdade de Direito da USP ficou lotado em homenagem ao ministro Luís Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça, na tarde desta segunda-feira (18/8). O ministro fez uma sessão de autógrafos de seu livro Direito Privado: Teoria e Prática, que chega à segunda edição com dois capítulos inéditos sobre posse e propriedade e danos morais.

Compareceram advogados históricos como Mario Sérgio Duarte Garcia, Roberto Rosas, Arnoldo Wald e José Rogério Cruz e Tucci (diretor da faculdade); juízes como o presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, Fábio Prieto, e Antônio Mathias Coltro, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. O coordenador do Conselho da Justiça Federal, Humberto Martins, também ministro do STJ, compareceu ao evento, bem como ex-colegas de corte como Cesar Asfor Rocha e Massami Uyeda.

José Horácio Halfeld Ribeiro, presidente do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp) enalteceu Salomão por seu empenho na difusão dos mais importantes paradigmas do Direito Privado. Destacou também o grande avanço nas regras da arbitragem e da mediação nos anteprojetos redigidos por Salomão e já aprovados no Congresso. Em sua fala, o ministro, modestamente, atribuiu os elogios recebidos à generosidade dos amigos.

Com mais de 20 anos de atuação no campo do Direito Privado, Salomão analisa, no livro, a base teórica dos principais conceitos da jurisprudência. Na obra, da Editora Forense, ganham destaques o Direito Bancário, o Código de Defesa do Consumidor, a responsabilidade civil, o Direito de Família e a propriedade intelectual.

O evento contou com uma mesa redonda sobre arbitragem e mediação, com a presença de Mathias Coltro; José Horácio Ribeiro; Marcos Paulo de Almeida Salles, professor da USP; e Roberto Rosas.

Revista Consultor Jurídico, 18 de agosto de 2014, 20h44

Comentários de leitores

1 comentário

Exercer a função para o qual é pago

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Só há uma palavra para definir a situação: palhaçada! O Ministro deveria estar no STJ julgando os processo para o qual é pago, e não ficar construindo teses ideológicas visando justificar a situação de calamidade da Justiça brasileira.

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