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Lista tríplice

Henrique Neves, Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira disputam vaga no TSE

Henrique Neves
Admar Gonzaga
Tarcisio Vieira

O advogados Henrique Neves e Admar Gonzaga e o subprocurador-geral do Distrito Federal Tarcísio Vieira de Carvalho Neto foram indicados para disputar uma cadeira de ministro efetivo Tribunal Superior Eleitoral. Os três integram a corte: Gonzaga e Carvalho são substitutos e Neves chegou ao fim de seu mandato como ministro efetivo e busca a recondução.

A lista tríplice foi definida pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira (14/8). A vaga em disputa é uma das duas reservadas à classe dos advogados. O TSE é formado também por três ministros oriundos do STF e dois representantes do Superior Tribunal de Justiça.

Henrique Neves é advogado com experiência na área eleitoral, especialmente nos tribunais superiores. É membro do Instituto dos Advogados Eleitorais do Brasil (Ibrade) e é autor do livro “Lei das Eleições: Interpretada pelo Tribunal Superior Eleitoral”.

Admar Gonzaga é membro do Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral. Atuou em favor do PSD na defesa da criação do partido liderado pelo ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Também foi autor da consulta do DEM que deu origem ao reconhecimento da infidelidade partidária como causa de perda de mandato, tese confirmada, depois, pelo Supremo.

Vieira de Carvalho Neto é professor da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília, subprocurador-geral do Distrito Federal e advogado especializado em Direito Eleitoral. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

Revista Consultor Jurídico, 14 de agosto de 2014, 19h43

Comentários de leitores

2 comentários

Curriculo

DJU (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Do currículo do Dr. Admar Gonzaga constante do site do TSE consta que "mais recentemente", provavelmente em 2010, ele trabalhou na assistência jurídica da campanha da presidente Dilma Roussef. Com todo respeito por sua pessoa, será conveniente que nestas eleições ele atue no TSE?

Escolhido e "escolhedora"

amagnosouza (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)

Continuo a achar muito estranho que três pessoas concorram a uma vaga de um Tribunal, em que a escolha é atribuição de alguém que tem interesse direto na parcialidade do escolhido. Mais ainda, como estará a atuação dos que concorrem e que são atualmente Ministros. Votarão contra o interesse da "escolhedora"? Ou alguém vai se convencer que ela escolherá um deles mesmo que seus votos sejam péssimos para ela?

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