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Cerimônia de posse

Cardozo destaca papel do advogado contra abusos de poder

A importância e a necessidade dos advogados na manutenção da justiça brasileira foram as tônicas dos discursos da solenidade de posse da nova diretoria do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, na terça-feira (12/3). 

Na cerimônia, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo destacou o papel dos advogados e da Ordem no combate ao abuso de poder. Assim como Marcus Vinícius Furtado Coêlho disse em seu discurso de posse, o ministro também defendeu a necessidade de uma reforma política para combater a corrupção e outros problemas de governabilidade.

Em nome do presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, Joaquim Barbosa, o ministro Ricardo Lewandowski lembrou o conteúdo do artigo 133 da Constituição, que diz que o “o advogado é indispensável à administração da Justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos termos da lei”.

Lewandowski elogiou o novo presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, e disse que coragem e determinação são prerrogativas do dirigente. O ministro também exaltou o compromisso da nova diretoria em manter um bom diálogo com os três poderes da República. O empenho do ex-presidente da Ordem, Ophir Cavalcante, na implementação da Lei da Ficha Limpa também foi lembrado na solenidade. Com informações das assessorias da OAB e do STF.

Revista Consultor Jurídico, 13 de março de 2013, 19h16

Comentários de leitores

6 comentários

fique tranquila

Ricardo (Outros)

analucia - a legítima. o direito de opinião é sagrado. ninguém está imune a crítica. só restou uma dúvida: quem irá processá-la criminalmente, afinal?

Seca não é só no nordeste

João Corrêa (Estagiário - Previdenciária)

No sul do Rio Grande do Sul a estiagem castiga os produtores agrícolas e afins em média 8 vezes a cada ciclo de dez anos. E no RS não há o Bolsa chapéu de palha.

Alinhamento político e transigência com os abusos

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Há alguns dias eu lia a história de um próspero advogado, especializado em orientar o indefeso contribuinte brasileiro frente ao abuso estatal. Possuía vários escritórios pelo Brasil, com 300 funcionários, desenvolvendo uma atividade absolutamente lícita. A Polícia Federal, acompanhada pela imprensa, invadiu o escritório dele, prendeu-o junto com diversos funcionários e advogados, humilhou-o, execrou-o publicamente, falou que ele era bandido, "pintou e bordou" por anos, até que toda as acusações contra o advogado foram reconhecidas como falsas. Sua vida profissional e pessoal foi completamente destroçada pela ação midiática da Polícia Federal, recebendo uma pena que nunca mais será esquecida mesmo não tendo violado uma única lei. Nenhuma irregularidade existia na atuação dele, sendo a ação orientada a execrar a advocacia e impor o regime do terror contra quem, legitimamente, ampara o cidadão comum frente ao arbítrio estatal. Tratava-se da Polícia Federal "petista" já. Nenhuma desculpa oficial do Ministério da Justiça. Nem um único centavo pago a título de ressarcimento. Assim, só posso admitir que quem recebe o Ministro da Justiça petista no que deveria ser a "casa do advogado" trai o ideal da advocacia e não merece a confiança de nenhum advogado brasileiro.

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