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Crimes eleitorais

Justiça grampeia candidatos para apurar irregularidades

A juíza da 13ª Zona Eleitoral de Barra do Bugres (MT), Josiane Viana Quinto, informou que ainda existe a possibilidade de haver mudanças no resultado das eleições do último dia 7 de outubro. Ela revelou que 21 candidatos tiveram seus telefones grampeados e estão sendo investigados por supostas irregularidades em atos eleitorais, em crimes que variam de distribuição de cestas básicas, distribuição de botijões de gás, agendamento de cirurgias e também vale combustível. Ela não revelou o nome dos investigados. Com informações do 24h News.

Josiane informou que através de mandatos de busca e apreensão expedido pela justiça, foram apreendidas cerca de 191 cestas básicas em vários pontos da cidade na residências de alguns candidatos, inúmeros vales combustível em alguns postos do município, inclusive com nomes de candidatos, além de cerca de 10 botijões de gás.

Questionada sobre os próximos passos, Josiane Quinto declarou que já foram instaurados os inquéritos e que agora a Justiça examinará, caso a caso, e em se comprovando a prática do ilícito, os culpados serão punidos podendo ter suas candidaturas anuladas.

A juíza informou que tem ciência de que algumas irregularidades não puderam ser apuradas, por falta de material humano e também de outra natureza, mas que em um balanço geral as eleições 2012 foi um marco na história do município, uma vez que todas as apreensões aconteceram antes do pleito. 

A juíza da 13ª Zona Eleitoral elogiou o apoio da população no combate a corrupção eleitoral e fez questão de cumprimentar a delgada Luciane Barros e também o comandante da 3ª Compania da Polícia Militar, além dos promotores de Justiça que foram essenciais para que as eleições transcorressem de forma tranquila.

Revista Consultor Jurídico, 14 de outubro de 2012, 15h08

Comentários de leitores

1 comentário

sem noção!

HERMAN (Outros)

A matéria relata um absurdo, apenas um juiz sem noção pode permitir uma barbárie como esta, e mais, grampo telefônico não se presta para esse fim. Se o grampo referido na matéria for mesmo o telefônico o juiz responsável deve responder por seus atos no CNJ.

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