Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Reconhecimento público

Nobel de Medicina sobre células-tronco é alentador

Em carta aberta, o advogado Ives Gandra Martins exaltou o Prêmio Nobel de Medicina recebido pelo médico japonês Shinya Yamanaka por pesquisas com células troncos adultas. Para ele, o reconhecimento é alentador.

Quando o Supremo Tribunal Federal discutiu a aprovação da pesquisa com células de embriões humanos no Brasil, Ives Gandra citou as pesquisas do médico Yamanaka ao defender que o país não deveria utilizar células embrionárias.

Veja abaixo a carta aberta:

Prezados Amigos:

Há 4 ou 5 anos, sustentei perante o STF que a destruição de seres humanos em sua forma embrionária por mera curiosidade científica, além de ferir a inviolabilidade do direito à vida, representava, nos 10 anos que antecederam a sustentação, favorecimento às pesquisas cercadas de um fantástico insucesso, com geração de rejeição e câncer nos pacientes, além de fraudes, como ocorrera na Coréia.

Na ocasião, mostrei aos magistrados do STF que as experiências do médico japonês Shinya  Yamanaka, com reprogramação de células adultas, levava aos mesmos efeitos "pluripotentes" que alardeavam os defensores das experiências com células embrionárias.

Passados 4 ou 5 anos, o fracasso continua sendo o corolário das experiências com seres humanos embrionários. Por outro lado, o médico japonês Shinya Yamanaka acaba de receber o Prêmio Nobel de Medicina por suas pesquisas com reprogramação das células tronco adultas!!!

Apesar de derrotado (6x5) naquele julgamento — que propiciou mais investimentos no insucesso e menos na pesquisa com células do próprio organismo — o reconhecimento da Academia Sueca ao Mestre Yamanaka é alentador.

Clique aqui para ver a sustenação oral

Revista Consultor Jurídico, 10 de outubro de 2012, 12h57

Comentários de leitores

0 comentários

Comentários encerrados em 18/10/2012.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.