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Eleições 2012

Dezessete capitais brasileira terão segundo turno

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Dezessete capitais brasileiras terão segundo turno nestas eleições. Em São Paulo, continuam na corrida José Serra (PSDB), que conquistou 30,75% dos votos, e Fernando Haddad (PT), em segundo lugar, com 28,9%. O candidato do PRB, Celso Russomano, que manteve a liderança nas pesquisas de intenção de voto durante boa parte da campanha, ficou em terceiro lugar, com 21,60%.

Serra foi prefeito da capital paulista entre 2005 e 2007 e governou o estado de São Paulo de 2007 a 2010, além de ter exercido funções como ministro de Estado da Saúde e Planejamento durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Fernando Haddad  chefiou o gabinete da Secretaria de Finanças na gestão da prefeita Marta Suplicy (2000-2004) e foi ministro da Educação entre 2005 e 2012.

Outra disputa que será definida no segundo turno é entre os candidatos ACM Neto (DEM) e Nelson Pelegrino (PT) em Salvador. Por uma margem estreita, ACM Neto venceu o primeiro turno com 40,17% dos votos enquanto Pelegrino recebeu 39,73%.

Em Manaus, o ex-senador Artur Virgílio Neto (PSDB) ficou à frente na votação em primeiro turno com 40,55% dos votos, e disputará o segundo turno com a candidata do PC do B, Vanessa Grazziotin, que conquistou 19,95% dos votos na capital amazonense.

O segundo turno das eleições está marcado para domingo, 28 de outubro.

Segundo turno nas capitais
Cidade1º colocado%2º colocado%
São PauloJosé Serra – PSDB30,76Fernando Haddad – PT 28,99
BelémZenaldo Coutinho – PSDB32,58Edmilson Rodrigues – PSOL30,67
Campo GrandeAlcides Bernal - PP39,64Giroto - PMDB28,23
CuritibaRatinho Jr. - PSC34,08Gustavo Fruet – PDT27,23
FlorianópolisCesar Souza Jr. - PSD31,65Gean Loureiro - PMDB27,39
FortalezaElmano de Freitas – PT25,44Roberto Cláudio – PSB 23,32
João PessoaLuciano Cartaxo – PT 38,32Cícero Lucena - PSDB 20,27
ManausArtur Virgílio – PSDB 40,55Vanessa Grazziotin – PcdoB 19,95
MacapáRoberto – PDT40,18Clécio – PSOL 27,89
NatalCarlos Eduardo – PDT40,42Fernando Mineiro - PT 23,01
     
Porto VelhoLindomar Garçon - PV 24,76Mauro Naizf - PSB 18,99
Rio BrancoMarcus Alexandre -PT 48,30Tião Bocalon - PSDB 43,85
SalvadorACM Neto - DEM 40,26Nelson Pelegrino - PT39,64
São LuísEdivaldo Holanda - PTC36,44Castelo - PSDB 30,60
TeresinaFirmino Filho - PSDB 38,77Elmano Férrer - PTB 33,14
VitóriaLuciano Rezende - PPS 39,14Luiz Paulo - PSDB36.69
CuiabáMauro Mendes - PSB 43,97 Lúdio - PT

42,23

 é repórter da revista Consultor Jurídico em Brasília.

Revista Consultor Jurídico, 7 de outubro de 2012, 22h59

Comentários de leitores

1 comentário

Um golpe contra o cidadão paulinense

Márcio R. de Paula (Estudante de Direito - Previdenciária)

Estou fazendo este comentário como forma de protesto a tentativa de golpe intentada pelo candidato Edsom Moura e seu partido contra os cidadãos de Paulinia.
Fiquei sabendo através do noticiario que no dia anterior a eleição municipal o candidato Edson Moura renuncou a sua candidatura em favor de seu filho Edson Moura Jr.
Essa manobra politica, por parte deste candidato, demonstra cabalmente uma tentativa de manter seu clã no poder municipal, em razão do risco de ter sua candidatura cassada.
Na minha opinião, esse golpe fere diversos principios de direito, visto que, popularmente falando podemos dizer que se vendeu gato por lebre, e tecnicamente, ofensa ao principio da contratação de prestação de serviço pela propria pessoa.
Nessa linha de raciocinio, quando o contratado não pode prestar pessoalmente o serviço ocorrem duas hipoteses, ou rescinde-se o contrato, liberando o contratante para a contratação de novo prestador de serviço ou atraves de acerto entre os dois, o contratante autoriza o contratado a colocar um substituto.
Nestas duas hipoteses deve haver a aceitação do contratante, no caso, os eleitores, e desta forma a unica solução para esta tentativa de golpe seria uma nova eleiçã0.
Esse principio só pode ser aplicado para as substituições de candidatos, após a lacração das urnas, uma vez que não se pode mais alterar os nomes nela inseridos, induzindo com isso os eleitores, a erro de tipo da pessoa.

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