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Aporte milionário

Investigação sobre negócios de Lulinha é arquivada

O Ministério Público e a Polícia Federal arquivaram investigações sobre suspeitas de tráfico de influência nos negócios do filho mais velho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fabio Luis, sete anos depois de iniciadas, noticiou o jornal Folha de S.Paulo.

Em 2005, a Gamecorp, uma pequena empresa criada um ano antes por Lulinha, como é conhecido Fabio Luis, recebeu um aporte de capital de R$ 5 milhões da antiga Telemar, a empresa de telefonia que depois se fundiu com a Brasil Telecom para criar a Oi.

Segundo o jornal, nenhum depoimento foi tomado. O Ministério Público apenas enviou pedidos de informação à Gamecorp, à Telemar e ao BNDES, e perguntou à operadora e ao banco se eles sabiam que o filho de Lula era dono da Gamecorp.

Após receber as respostas, o Ministério Público concluiu que não houve nada irregular na transação. A investigação da Polícia Federal limitou-se a reunir reportagens jornalísticas publicadas sobre o caso. A decisão pelo arquivamento foi tomada pelo MP em agosto e ainda não foi publicada.

Revista Consultor Jurídico, 9 de novembro de 2012, 19h00

Comentários de leitores

3 comentários

Poderes independentes ....... (?????)

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

É..... O Ministério Público, como órgão integrante do P. Executivo, está fazendo bem a lição de casa. Afinal, investigar por quê ? Em alguns quintais, as vezes, costuma chover dinheiro !

Pois é

Observador.. (Economista)

Nem o zoológico, nem os pais, nem ninguém havia notado o tino empresarial e comercial do rebento.
Ainda bem que alguns empresários, sabiamente, notaram o diamante bruto que havia por aí, só esperando um empurrão para mostrar toda sua capacidade.
Parabéns ao Brasil e aos coerentes e corajosos membros de órgãos do nosso judiciário!

Fenômeno

fpsobreira (Advogado Autônomo)

Pudera, né? E tem gente que tem a ousadia de investigar o "Ronaldinho" do ramo das telecomunicações! Juízes ultradireitistas a serviço da elite conservadora, tal como Joaquim Barbosa e Ayres Britto, teriam condenado o "Fenômeno", se o MPF decidisse ingressar com ação penal.

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