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Eleições OAB-SP

Marcos da Costa faz festa de lançamento de campanha

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Nesta quinta-feira (8/11) Marcos da Costa, candidato à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo, reuniu cerca de 3 mil pessoas, segundo os organizadores, na festa de lançamento da sua campanha, na Casa Portugal. O candidato entrou no local junto com o atual presidente Luiz Flávio Borges D'Urso e foi recebido no palco pelos ex-presidentes José Roberto Batochio e Rubens Approbato.

Ao declarar seu apoio, o atual presidente da OAB-SP relembrou que, em 2003, fez o mesmo trajeto que Marcos da Costa e destacou que "o candidato é daqueles que coloca o interesse da advocacia acima dos seus". D'Urso fez questão de ressaltar a importância das mulheres na advocacia. “Nas mãos das mulhreses estão o dobro de cargos ocupados por homens na OAB-SP”, disse. 

O advogado José Roberto Batochio falou sobre a necessidade de a OAB reagir diante das ofensas que a advocacia tem sofrido nos últimos anos. Batochio relembrou o caso acontecido em 2005 quando a Polícia Federal invadiu escritórios de advocacia durante suas operações e disse que o Marcos da Costa foi um dos protagonistas em defesa da advocacia. “Aqueles que patrocinaram essas invasões querem interferir no destino político de nossa entidade. Vamos dizer não. Vamos defender as nossas prerrogativas”, disse. (Na imagem, ex-presidentes da Associaçao dos Advogados de São Paulo Márcio Kayatt, José Rogério Cruz e Tucci, Clito Fornaciari Júnior, Aloísio Lacerda Medeiros prestigiam o evento)

Rubens Approbato destacou a experiência do candidato Marcos da Costa na OAB e também a história da sua vice, Ivete Senise Ferreira.

Marcos da Costa foi o último a falar. O candidato afirmou que seu grupo não está na Ordem para se servir dela e sim para servir a Ordem e afirmou que sabe da responsabilidade de estar a frente desse grupo político. “Tenho a tranquilidade de afirmar que aprendi com os esses três (Batochio, D’Urso e Approbato) as bases de sustentação de uma advocacia correta”. Marcos da Costa afirmou que em sua candidatura tem dois compromissos especiais: um com a mulher, representada por sua vice Ivete Senise Ferreira; E outra com o jovem advogado, representado pelo secretário-geral Caio Augusto Silva dos Santos. (Na foto, D'Urso discursa ao lado de Costa)

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 9 de novembro de 2012, 14h00

Comentários de leitores

18 comentários

Ah Tá!

Brecailo (Advogado Autônomo - Consumidor)

Este é o candidato que foi DEMITIDO DA PUC POR JUSTA CAUSA. TORON CANDIDATO POR VAIDADE!Esse Candidato que foi DEMITIDO DA PUC POR JUSTA CAUSA só pode estar de brincadeira, depois de ofender os advogados do convênio da assistência judiciária, os trabalhistas e os criminalistas (conforme vídeos já aqui postados), agora ele compara o uso de uma caipirinha ao uso da cocaína...
TORON NÃO PODE SER PRESIDENTE DA OAB!!
http://youtu.be/GhAEfi30GW4/>TORON NÃO PODE SER PRESIDENTE DA OAB!!

Sei.....

Brecailo (Advogado Autônomo - Consumidor)

Mais um que gosta de jogar pedra e não quer ser vidraça! O estranho é que só se manifesta em época de eleição, durante a gestão não aparece e nem critica, só nessa época resolve soltar o verbo.

AJG e escravidão dos profissionais liberiais.

Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo)

O discurso da AJG é muito importante para a situação (D´Urso, Marcos da Costa e penduricalhos), havendo semelhança entre a necessidade de manutenção da AGJ (inclusive quando as circunstâncias são outras), pelo mesmo motivo das "bolsas" do Governo Federal, que forjam o cabresto dos eleitores por elas assistidos.
A nova classe média (que ganha a partir de R$ 1.500,00, ou seja, menos de três salários mínimo) pode tudo. Pode financiar casa, pode adquirir carro e moto, pode pagar instrução privada e plano de saúde. Pode também frequentar serviços de beleza e estética, bem como atrações artísticas e entretenimentos.
Só não pode pagar pela prestação de serviços jurídicos.
E o que faz a OAB/SP (nestes 9 anos de pujança econômica e inserção de novos consumidores no mercado) para levar os serviços jurídicos também para essa nova massa de cidadãos? Nada! Preferiu escravizar Advogados (pela manutenção engessada das formas de contratação, e não revisão dos parâmetros do convênio AJG), em que ficam de fora do incremento do consumo de serviços.
Preferiu escravizar os Advogados. Todos os setores estão capacitados para atender o pobre, menos a Advocacia, que somente pode fazê-la pelo convênio AJG.
Respeito aos Advogados se demonstra com ações e não com palavras. Pergunte a qualquer cidadão se ele gosta de esperar na fila do SUS. Não, não gosta! Pergunte para qualquer médico se ele pretende ser remunerado e reconhecido pelo seu trabalho. Sim, é isso que ele espera.
O Convênio AGJ/DPe deve existir, mas não pode ser instrumento de escravização e dominação de políticos que assolam a OAB/SP.
Respeito aos Advogados se concretiza permitindo que possam seguir a vocação natural da profissão: o caráter liberal e não a escravização em prol de projetos reprováveis.

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