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Perda de profissionais

Vencimentos baixos tornam Judiciário pouco atraente

“O Poder Judiciário sofre um processo de desprofissionalização, com perda de quadro para outras carreiras mais atrativas financeiramente”. A avaliação do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Carlos Ayres Britto, dá o tom das reuniões entre ele e os demais presidentes dos tribunais superiores.

Na última terça-feira (8/5), Ayres Britto encontrou-se com os presidentes do Superior Tribunal de Justiça, ministro Ari Pargendler, e do Tribunal Superior do Trabalho, ministro João Oreste Dalazen. Em pauta estava a articulação de negociações sobre os vencimentos dos juízes e dos servidores do Poder Judiciário.

Depois dessas reuniões, o presidente do STF afirma que pretende “sair a campo” para retomar as negociações com o Legislativo “de forma focada”, com base em dados técnicos fornecidos pelo Conselho Nacional de Justiça. "A ideia é desenvolver regulamentação uniforme para toda a Justiça, depois de ouvidos os ministros do STF, os Tribunais Superiores, o CNJ e as associações de classe", afirmou o presidente do CNJ.

Atualmente, o chamado plano de carreira do Judiciário é objeto do Projeto de Lei 6.613/2009, na pauta da Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados. Ele altera dispositivos da Lei 11.416/2006, último instrumento a regular as carreiras dos servidores do Judiciário e a fixar vencimentos. Com informações da Agência CNJ de Notícias.

Revista Consultor Jurídico, 10 de maio de 2012, 17h42

Comentários de leitores

15 comentários

vem, pode chamar que ela vem

Leneu (Professor)

De captiva ou de citroen, de hornet ou de mil e cem
e a juizada tudo ganhando mal hein
valei-me

Safados de toga

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Interessante como se verbera sem qualquer fundamento e esse novo presidente do STF é um deles. O judiciário é pouco atraente ? Como então justificar um contingente de 10.000 ou mais pretendentes para suprir 40 ou 50 vagas (quando há concurso)? Como justificar as trapaças conhecidas; dos apadrinhamentos dos mais iguais, em vagas adrede loteadas, normalmente a filhos ou parentes de magistrados que ficam com uma reserva de cerca de 60% das colocações? Ora se a carreira não é promissora; se os soldos são insuficientes por que há tantos interessados? Em especial os próprios 'chegados' dos "hipossuficientes' juízes ? Deixem a Magistratura e vão trabalhar como qualquer outro cidadão mortal, por um salário de 5 ou 7 mil/mês (que já é considerado um 'PUTA' vencimento) ao qual se subordinam, igualmente, dezenas de milhares de engenheiros, advogados, médicos, e outros tantos profissionais com curso superior,pós graduação, etc. e depois venham nos contar como conseguiram sobreviver e sem poder reclamar(porquê na economia privada quem se mete a besta acaba tomando um pé no traseiro). Parem de encher o nosso saco (porquê nós pagamos vocês, a maioria ociosos e 'vagais')que não fazem 1/3 do que deviam e ainda ficam reclamando de salários estratosféricos (os maiores do mundo entregues á juízes e membros do judiciário), em contraste com os minguados R$ 600 e querelas que correspondem a um salário mínimo neste país da mais perversa desigualdade social. Vão catar coquinho. Façam um plebiscito e verão o que o povo pensa dessa imoralidade.

Remuneração independente de produção

JrC (Advogado Autônomo - Civil)

Lembrando que não se exige produção alguma dos magistrados, que podem "dormir" a vontade sobre os autos.

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