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30 janeiro 2012

Período de trabalho

Juiz só pode tirar férias após um ano na magistratura

O direito de férias do juiz é adquirido após um ano na magistratura. Este foi o entendimento de Neves Amorim, do Conselho Nacional de Justiça, ao determinar o arquivamento do pedido de providências de autoria da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego).

No processo, a entidade pediu que o Tribunal de Justiça de Goiás concedesse aos juízes, ainda no primeiro ano de exercício do cargo, a possibilidade de usufruirem férias proporcionais ao período trabalhado, com a gratificação de 1/3 correspondente. A associação alegou que os juízes têm dois meses de férias por ano, por isso, o período aquisitivo seria de seis meses para cada um mês de férias.

Chamado a se manifestar, o Tribunal goiano esclareceu que apenas segue a própria orientação do CNJ e as diretrizes fixadas na Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) e no Código de Organização Judiciária do Estado de Goiás, que fixam o tempo de um ano como período aquisitivo para o gozo do direito de férias.

Em decisão monocrática proferida no dia 17 de janeiro, o conselheiro Neves Amorim entendeu que o direito ao gozo das férias pelos juízes "deverá obedecer aos regramentos da Consolidação das Leis do Trabalho e do Estatuto dos Servidores Públicos da União".

Clique aqui para ler a decisão.

Revista Consultor Jurídico, 30 de janeiro de 2012

Comentários

Comentários de leitores: 5 comentários

1/02/2012 13:23 Sargento Brasil (Policial Militar)
Olhem a minha santa ignorância
Eu não sabia que juises têm direito a dois meses de férias por ano, ainda com acréscimo de 1/3 dos seus vencimenos! Pena que já tenho 69 anos de idade...mas, vou incentivar meus netos para abraçar a carreira tão bem paga, que trabalha apenas 10 meses por ano.
Desculpem por ser tão mal informado.
31/01/2012 10:41 Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)
CORRIGINDO
".....é mesmo preta"
31/01/2012 10:40 Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)
AO DR. EDMUNDO - JUIZ EST.
No futuro, Excia., - e que Deus assim o queira- talvez não tenhamos sequer juízes, a julgar pelas mazelas no Judiciário a que temos assistido. Essa caixa do Judiciário, ao contrário daquelas dos aviões,de cor "laranja", são mesmo 'pretas'.

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