Entrevista: Armando Toledo, diretor da Escola Paulista de Magistratura

1/02/2012 23:07Carmen Patrícia C. Nogueira (Advogado Autônomo)A questao humana e fundamental.
Bem oportuna a questao humana.
Nao so o conhecimento tecnico juridico e suficiente, se o magistrado(a) nao tiver uma sensibilidade humana e equilibrio emocional e mental.
Sabemos que eh uma posicao que pode influenciar negativamente pessoas com pouca estatura humana, como egolatras.
Nesse sentido, louvavel a ideia do acompanhamento na fase de experiencia, para apurar se o aprovado(a) reune condicoes satisfatorias para ser util a sociedade, ou se estah mais interessado no ego, devendo ser descartado(a).
Um bom magistrado eh uma bencao; um mau magistrado, uma maldicao...
1/02/2012 13:13Marco 65 (Industrial)Ao Pedro 234 (Estudante de Direito)
É de gente como voce que o Judiciário não precisa!
Falar desta maneira contra Eliana Calmon, que faz um belo trabalho na "limpeza" dos maus magistrados demonstra o tipo de profissional que voce vai ser, quando crescer...
voce é mui9to novo, ainda, para começar a puxar saco de Ministros de Tribunais Superiores.
Os fatos são incontestáveis... "alguém" se beneficiou financeiramente, recebendo valores altíssimos, não respeitando regras para pagamentos, se valendo do cargo para ajeitar a bufunfa na sua conta bancária em detrimento de outros, que, honestamente, aguardam a vez.
E cá entre nós, um magistrado ter direito a receber dos dofres públicos (cofres que são abastecidos com o nosso dinheiro) valores tão altos, nos leva a imaginar a "engenharia financeira" que existe por detrás dessas contas faraônicas.
É velha história: "Existe melhor arma que a caneta de quem decide?"
Essa mesma caneta a que me refiro, tempos atrás também assinou a alteração da lei onde JUIZ que é condenado recebe a pena máxima de, PASMEM...
Aposentadoria compulsória!!!!
é legal??? Claro que é legal! ?Está na lei.
Mas, vem a pergunta do povo: ISSO É MORAL???
é por tudo isso que tenho pena do Estudante de Direito que comentou falando mal da digníssima Ministra ELIANA CALMON.
30/01/2012 19:39amorim tupy (Engenheiro)Qual lado humano?
Qual lado humano?
O lado humano para entender o direito de um comerciante cansado de ser assaltado varia vezes, muitas vezes no mesmo dia e pelo assaltante de contratar um pistoleiro para dar fim ao Marginal.
Ou ao lado humano quem entende o “direito" do assaltante de matar um comerciante que se indignou ao ser assaltado pela enésima vez e reagiu?
30/01/2012 16:36Pedro 234 (Estudante de Direito)Fato!
Independentemente de ter vocação ou não,o juiz deve saber que a jurisdição é, em regra, anti-majoritária.
Existem dois tipos de juízes:aquele que julga para receber aplausos do povão e aparecer bem na foto no jornal,usando o cargo com o intuito de auto-promoção(Eliana Calmon);e aquele que julga de acordo com a Constituição Federal e sua consciência,mesmo que isso implique em ser odiado pela opinião pública(Gilmar Mendes e Marco Aurélio).
30/01/2012 16:20Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)Inimigos
Na verdade, prezado FERNANDO JOSÉ GONÇALVES (Advogado Sócio de Escritório), "prejudicar a parte" é o mínimo que bandidos de toga fazem quando são contrariados em seus interesses pelas partes, através de nós advogados. Em quase dez anos de advocacia as únicas coisas que ainda não vi foram assassinatos e estupros cometidos à luz do dia por magistrados contra seus desafetos. O restante dos crimes possíveis, como prevaricação, abuso de autoridade, calúnia, denunciação caluniosa, condescendência criminosa, além de outros, são a praxe do Poder Judiciário quando surge o menor sinal de contrariedade entre parte e juiz. Esse é o mecanismo que os magistrados se valem para manter o regime de dominação, e que exige de nós advogados um intenso trabalho para conseguir um mínimo de Justiça.
30/01/2012 15:27Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)COMO DISSE EM COMENTÁRIO DA ÚLTIMA 6ª FEIRA
Quer ter chance de vencer uma demanda, ainda que efetivamente seu cliente tenha razão ? Não discuta com Magistrado em audiência. A 'VOCAÇÃO' deles é tanta que, sem sombra de dúvidas, não hesitarão em prejudicar a parte, por mera vindita ao advogado que lhes pareceu inconveniente ou antipático ou até mesmo que não deixou a audiência ser comandada exclusivamente pela 'batuta autoritária' do juiz presidente. Quem advoga já por alguns anos e teve a infelicidade de se indispor profissionalmente em audiência sabe bem o que é isso. Portanto, sem essa de 'vocação'; de bom senso ou coisa que o valha. Juiz só julga imparcialmente se os advogados não lhe encherem o saco. Caso contrário, esqueça. Eles sabem que a sua decisão (em 1ª instância)é praticamente nada, considerando que 'sempre' haverá um descontente e, portanto, recurso, de sorte que a regra é julgar contra quem não lhes foi subserviente, salvo raríssimas exceções.
30/01/2012 13:27. (Professor Universitário - Criminal)Vocação
Durente meus mais de 40 anos vivendo as coisas do Direito, em Magistério, cargos públicos, advocacia privada e outros conclui que a GRANDE MAIORIA dos magistrados não tem qualquer vocação para o cargo. Lá estão por vaidade, pelo salário, pela prebenda, pelas vantagens, porque o pai os encaminhou, porque a família é da área jurídica, etc. Vi de perto, rapazolas juízes preocupados em envenenar seu carrão importado, moçoilas deslumbradas preocupadas mais com os cuidados de seus lindos cabelos do que com seus processos, outros sem qualquer pudor preocupados em marcar encontros furtivos com servidoras (e servidores), fora do horário do expediente (o que demonstra que não é verdade aquela ridícula e batida história de que levam processos para trabalhar em casa). São meros concurseiros, sem qualidade.
30/01/2012 10:24Luiz Eduardo Osse (Outros)... digo e repito:
... para ser juiz, deveria ser exigido do candidato, pelo menos uma graduação nas três áres básicas do conhecimento humano: uma em ciência humanas, uma em ciências exatas e uma em ciências biológicas, além de idade mínima de 55 anos. Só assim o indivíduo reuniria condições mínimas para poder julgar, decidir etc ... De outro modo, vamos continuar assistindo a essas verdadeiras palhaçadas ...
30/01/2012 09:21marcelo - concurseiro (Outros)Ser juiz....
Ser juiz não vale a pena. É só bucha!Fizeram uma pesquisa aqui na faculdade e o resultado foi o seguinte: 1. Promotor; 2. Delegado Federal; 3. Procuradorias; 4. Defensorias; 5. Advogados. 6. Juiz. A pesquisa também registrou que os alunos querem as carreiras mais cobiçadas porque pagam mais do que se paga ao juiz; tem mais status e menos responsabilidade. Eu estou no terceiro ano, estou estudando para ser procurador da república ou dono de cartório. Fui...
29/01/2012 21:36Eduardo.Oliveira (Advogado Associado a Escritório - Administrativa)Acima dos setenta é um pouco demais
Obviamente que com o passar dos anos, se o ser humano pode tornar-se mais preparado tecnicamente e também mais experiente, fisicamente contudo o rendimento é severamente comprometido. Já se se pode falar em trabalhar nas propaladas mais de dez horas diárias, nem todos os finais de semana e nem durante o fim do dia. E justamente no segundo grau, que concentra causas de vários e varios juízes singulares (ou seja, acumulação de feitos), seria razoavel pensar e aumento da aposentadoria compulsória? O número de assistentes (aqueles que compulsam os autos) com certeza seria aumentado...
Por outro lado, diante destes fatos, aumentar o limite de idade para aposentadoria (quando a quase totalidade dos os magistrados podem se aposentam antes mesmo da compulsória com vencimentos integrais, abrindo mão somente do "poder") representaria verdadeiro emperramento da máquina, eis que os juízes de primeira instância ficarão estagnados (sem promoção às instâncias e entrâncias superiores) e por este motivo também não seriam abertas novas vagas em primeira instância. Em resumo, estagnação de um serviço essencial em proveito de alguns poucos septuagenários juízes.
Mais uma vez, a coisa pública para o atendimento de pequenos grupos.
29/01/2012 15:24ILDEFONSO DOMINGOS (Advogado Autônomo - Consumidor)Falta prática
O entrevistado afirma que "é provável que esses candidatos a juízes não façam a menor idéia do que é ser juiz na vida real, já que a a Faculdade de Direito não tem como ensinar-lhes essa matéria." Com esta missiva, fica comprovado a exigência mínima de 10(dez) anos de exercício pelo da advocacia como requisito para o ingresso na magistratura. É no escritório do advogado que o cidadão expõe seus conflitos humanos reais, os quais o julgador, como bem afirma o articulista, não faz a menor idéia, sabendo, no máximo, aplicar a letra fria da lei. Temos que mudar. Acorda Congresso Nacional.
29/01/2012 12:36Paulo Morais (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Parabens
Dr. Armando Toledo eh exemplo para os juízes. Desejamos sucesso na presidência da EPM, na certeza de que teremos melhores juízes no judiciário paulista. Parabéns.

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