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Marília Scriboni
Presidentes de tribunais manifestam apoio a decisões do STF contra CNJ
Estou, agora, interessado em saber COMO VÃO SE MANIFESTAR estes Presidentes que estavam apoiando o EG. STF.
Finalmente, o EG. STF não apoiou tais Presidentes.
Será que vâo deixar, portanto, de apoiar o EG. STF?
Acho que chegou a hora da DEMOCRACIA REPUBLICANA começar a verificar o que se está passando nos Tribunais destes Presidentes.
Favor informar em que parte do Brasil (ou do mundo) algum Magistrado recebe remuneração mensal de R$600.000,00.
Esse tipo de mentira (de que haveria, no Judiciário, remuneração de R$600.000,00) é que insufla desequilibrados a tentarem matar juízes achando que estão fazendo um bem à sociedade (economia?).
Nenhum Magistrado sério e honesto (e são raríssimos os que não são) é contra investigação feita de acordo com a Constituição e as leis. Simples assim.
Em primeiro lugar, já foi noticiado por vários órgãos da Imprensa nacional que NENHUM Magistrado nem Servidor do meu Estado, nem respectivo familiar, teve movimentação apontada como suspeita pelo COAF, em vários anos de investigações.
Portanto, essa de que "quem não deve não teme" não nos atinge, mesmo que eu defenda o respeito à Constituição e às leis nas investigações e nos processos.
Em segundo lugar, essa de que quem não deve não teme é o fim de qualquer garantia processual. Suponhamos, por exemplo, que um policial chegue, sem mandado judicial, à residência do eminente Advogado Ildefonso e diga: vou entrar e revistar sua casa, porque acho que aí dentro há drogas e armas de fogo não registradas. Aí, o Sr. Ildefonso dirá: sem mandado judicial, não entra. O policial responderá: quem não deve não teme.
Ficou bem compreendido aonde esse "quem não deve não teme pode levar-nos"?
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Considero o CNJ um órgão de controle, fiscalização, autuador e sensor “na proteção constitucional visando direitos do cidadão e do povo em geral” sobre as atuações do Judiciário, Ministério Público, Cartórios e tudo que venha influir sobre as decisões das cortes.
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Faço campanha nesse sentido de maneira independente, autônoma, de acordo com meus princípios e anseios sociais.
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Nem por isso sou mensaleiro não pertenço qualquer tipo de facção criminosa, não aceito essa “Confraria...” reunida pra denegrir um movimento natural e espontâneo sem qualquer tipo de liderança, do qual me engajei solidário e solitário nas redes sociais, mais especificamente no TWITTER. Nunca fui assediado ou chamado a fazer parte dessa suposta fação criminosa muito menos por Mensaleiros. Não admito ser confundido e misturado a bandidos, a irresponsáveis, receber pressão dessa ordem intimidatória e publica.
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Parabéns a MM. Eliana Calmon pela coragem, e repito aos senhores ora reunidos, as palavras da Corregedora... “ Eles ainda não se aperceberam que os tempos mudaram”
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Luiz Pereira Carlos
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Se somar o arrecadado desde 1997 e dividir por 15Km, teremos o pedágio mais caro do mundo. Pelo feito, a pista e os lucros já estão pagos por todo período de concessão e ainda sobra troco.
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Isso sem falar que dos 450 mil usuários dia apenas 20% pagam o pedágio, ferindo frontalmente o principio de isonomia.
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E mais, enquanto Marcus Faver apoiava o PEDÁGIO EM AVENIDA o MPF conseguia na Justiça acabar com a cobrança de pedágio aos moradores das cidades cujas praça estavam la instaladas. Por entender que morador da cidade não deve pagar pedágio pra cumprir afazeres diários.
Só isso!
Em face dos reiterados comentários do Sr. Advogado Paulo Jorge Andrade Trinchão (incluindo outras notícias), no sentido de que os magistrados não são eleitos, ressalto que assim é porque assim o quis o Poder Constituinte Originário, eleito pelo povo, ao elaborar a Carta de 1988. Ou seja, não há qualquer déficit de legitimidade do Poder Judiciário, porque todo magistrado ocupa esse cargo de acordo com o ordenamento jurídico vigente.
Por fim, o respeito ao povo está mais no cumprimento à Constituição e às leis feitas pelos representantes do povo do que na condenação, sem respeito às garantias processuais, de um magistrado, que seja tratado como subcidadão só por ser magistrado, alvo do ódio ou da inveja de alguns que, algum dia, sentiram-se (justa ou injustamente) desprestigiados por um magistrado.
Os fins justificam os meios?
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