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Avenida 13 de Maio

Suspensos prazos para escritórios que desabaram no Rio

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro vai suspender os prazos processuais das causas dos advogados que trabalhavam e mantinham escritórios nos três prédios que desabaram na Avenida 13 de Maio, centro da capital fluminense, como noticia a Agência Brasil. Grande parte das mais de 60 salas funcionava como escritório de advocacia.

Em nota, o TJ-RJ explica que quer evitar mais prejuízos aos profissionais da área, além da perda de documentos e outros pertences. A medida também vale para os advogados que comprovarem que têm escritórios nas áreas interditadas próximas ao local do desastre. Nesse caso, a suspensão de prazos vale apenas para o período em que a interdição continuar, o que, segundo o TJ-RJ, não pode durar mais do que 30 dias.

Nesta sexta-feira (27/1), o secretário de Conservação do Município do Rio, Carlos Roberto Osório, disse que a Guarda Municipal e técnicos da prefeitura estão se reunindo com síndicos dos prédios vizinhos aos que desabaram para definir as prioridades para quem precisar entrar nos edifícios e recuperar documentos ou equipamentos.

Durante a manhã, alguns proprietários de salas e escritórios já puderam entrar nos prédios em frente e recolher alguns pertences, acompanhados por agentes da prefeitura.

Revista Consultor Jurídico, 27 de janeiro de 2012, 17h44

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