O Big Brother tem estimulado juízos sumários, como no caso do suposto estupro

28/01/2012 13:42Oziel (Funcionário público)patrulha ideológica
Pois é, está havendo uma "inversão de valores", mesmo.
Basta expressar uma opinião um pouco mais conservadora para ser classificado como agente político-religioso do Irã ou patrulheiro ideológico.
Isso sim é patrulha ideológica.
28/01/2012 10:35acs (Advogado Assalariado)E ainda tem quem discorde...
Os comentaristas ainda tentam rebater o obvio ululante,exposto nos sólidos argumentos dos articulistas.Trocando em miúdos para os oligofrênicos; QUEM TEM O QUE É SEU DA PRA QUEM QUER.Entendeu ou querem que eu desenhe patrulhadores ideológicos?Vão compor a polícia política do irã que ganham mais seus censores de pensamento...
27/01/2012 20:14Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)Constrangimento e vergonha
Ora, estão se esperaria que a moça viesse a público, ao vivo para milhões de pessoas, dizer que de fato praticou ato sexual? Óbvio que, qualquer moçoila normal iria desconversar, dizer que não se lembra, e qualquer cavelheiro iria esquecer rapidamente o assunto para não expor a moça a contrangimento. Mas, infelizmente, tem gente que acha que todas as senhores são como atrizes pornôs...
27/01/2012 19:08Oziel (Funcionário público)História mal explicada
Segundo o que foi vinculado na imprensa, o que a moça disse é que não se lembrava de ter feito sexo. Ela disse lembrar de "aquilo na mão-mão naquilo", sem completar o ato. Quando os dois estavam conversando, ela perguntou ao colega se havia acontecido algo de mais entre eles, e ele garantiu a ela que não (diferente do que as imagens disponíveis aos assinantes, tal a reação de alguns que assistiam). Se ela não lembrava de ter feito e o outro negava ter feito, ficaria complicado ela representar contra ele, a não ser que fosse convencida pelas imagens. Sequer ela aceitou fazer exame de corpo de delito. Talvez ela se lembrasse do que ocorreu e, com vergonha, negou, ignorando que tudo estaria sendo filmado. Ao ver a repercução, tentou livrar o companheiro.
Muito estranha esta história.
A Globo colhe e que planta. Colocar cidadãos ilustres como esses confinados, sem contato com o mundo exterior, lutando por um prêmio milionário e notoriedade, regados à álcool, etc. Esperar o quê?

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