CNJ divulga nota afirmando que a licitação do banco de dados é regular

27/01/2012 17:30Eduardo.Oliveira (Advogado Associado a Escritório - Administrativa)É, sempre o "seu" Peluso.
Mais uma "pelusada"...
Enquanto um Conselheiro exerceu o seu papel apontando as falhas, o "Dr. Peluso" investe contra o CNJ...
Ou alguém duvida?
Colocando o CNJ sob suspeita, não haveria orgão com "moral" suficiente para questionar juízes e tribunias. Colocando tudo no mesmo saco, não seria possíver separar o trigo...
27/01/2012 15:23SOUSILVA (Bacharel)MAIS UMA NA CONTA DO PODEROSO CHEFÃO
O CNJ NÃO FOI CRIADO PARA INVESTIGAR NEM CORRIGIR POSSIVEIS FALHAS DE CONDUTAS DOS MAGISTRADOS, PARA ISTO NÃO PRESTA. BOM MESMO É CRIAR BANCO DE DADOS, SISTEMA PARA TECER ESTATISTICAS, ENGAVETAREM AS PROVIDENCIAS. O ÓRGÃO, POSSIVELMENTE, DEVE SERVIR COMO UM GRANDE CABIDE DE EMPREGOS E DE BONS NEGOCIOS, IMAGINEM A FORTUNA GASTA, QUE PRESENTÃO DE FINAL DE ANO PARA AS EMPRESA MULTINACIONAL NECESSITADA DE MELHORAR O FATURAMENTO. OLHA QUE O BRASIL JÁ TEM EMPRESAS COM TECNOLOGIAS PARA TANTO, NESTE CASO NÃO PARECE NADA COMPLEXAS, SIMPLES ATÉ, ROTINAS QUE SE ESPERAVA SUPERADAS PELO CNJ. POSSIVLMENTE, A EMPRESA DO GOVERNO SERPRO PODERIA, SOB CONVENIO, DESENVOLVER O SITEMA DE BANCO DE DOSOS ATÉ SEM CUSTO.
SALVE OPODERSO CHEFÃO, MAS QUE VENHA A COMPULSÓRIA RÁPIDA, SE NÃO O JUDICIÁRIO NÃO VAI TER ONDE SE ESCONDER DE TANTA VERGONHA.
27/01/2012 13:26Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)O "new" Peluso!
Segundo veiculou hoje o "Estadão", o causador de toda a celeuma foi o próprio presidente do CNJ, e por tabela do STF, o sr. Peluso, que inclusive reconheceu que não foi dado vez aos demais conselheiros para que os mesmos analisasse a questionada concorrência que implicou nos expressivos R$86 milhões. Na reunião(26/1/2012), confessou e reconheceu que falhou, todavia, e graças ao bom Deus, ficou comprovado pelos informes da diretora do CNJ, que prestou esclarecimentos tanto ao conselheiro que levantou a "lebre", como os demais pares, demonstrando que a licitação foi idônea. Por outro lado, foi bom ter ocorrido essa dúvida, pois o próprio sr. Peluso já acionou a sua assessoria no sentido de que, em eventuais licitações, todos os conselheiros deverão ser informados, nada mais justo! O o sr. Peluso entendia que por exercer tão nobre cargo "não devia satisfações" aos demais colegas, como se o CNJ fosse a casa da "maria joana"!
27/01/2012 13:25Advogado Santista 31 (Advogado Sócio de Escritório - Civil)Pois é...
Já não era pra me surpreender-me. Enquanto a presidência do Supremo continuar a ser a do atual ministro, jamais teremos a devida transparência.
27/01/2012 11:30Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)Troca de favores e falta de transparência
Ninguém vai saber nunca o que foi discutido nessa reunião a portas fechadas, como se o CNJ fosse um clubinho privado. Mas, não creio que a abordagem tenha sido muito diferente, entre eles, da feita pela Dona Maria comprando chuchu na feira.
27/01/2012 11:28Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)Sempre da mesma forma
No Brasil, nada tem solução mesmo. O CNJ, criado especialmente para acabar por picaretagens e falta de transparência, segue o mesmo caminho de todos os demais órgãos públicos brasileiros. Havia "irregularidades graves" na licitação e bastou uma reunião a portas fechadas, que jamais deveria existir quando o assunto é a coisa pública, para que a licitação se tornasse lícita, como por mágica. O povo não cobra, não exige, e nada muda.

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