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Porta-Voz

Nelson Calandra é o entrevistado do Canal Livre

O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, desembargador Nelson Calandra, participa, neste domingo (22/1), às 23h30, do Programa "Canal Livre", da TV Bandeirantes. Na entrevista, Calandra vai falar sobre as limitações de atuação do Conselho Nacional de Justiça, segurança dos juízes, entre outros assuntos de interesse do Judiciário brasileiro.

O programa apresentado pelo jornalista Joelmir Beting e com a participação de Fernando Mitre e Antônio Teles tem duração de uma hora.

A AMB é autora da Ação Direta de Inconstitucionalidade que questiona os poderes do CNJ de punir juízes. Nas primeiras sessões plenárias de 2012, os ministros do Supremo Tribunal Federal devem discutir se mantêm ou derrubam as duas liminares concedidas em 19 de dezembro, último dia de trabalho da Corte, que delineiam os poderes correcionais do Conselho Nacional da Justiça.

A primeira liminar, concedida pelo ministro Marco Aurélio, definiu que o CNJ não pode suplantar a autonomia das corregedorias locais para julgar ou fixar regras de como serão julgados os processos ético-disciplinares contra juízes. A segunda, do ministro Ricardo Lewandowski, suspendeu investigações feitas pela Corregedoria Nacional de Justiça.

Com o tribunal completo depois da posse da ministra Rosa Maria Weber, também no último dia de trabalho do tribunal, espera-se que as questões sejam definidas, sem o risco permanente do empate. Muitas delas por placares apertados, mas sem que se assista aos impasses que impediram a conclusão de julgamentos importantes nos dois anos anteriores.

Revista Consultor Jurídico, 22 de janeiro de 2012, 7h09

Comentários de leitores

15 comentários

Sobre quadrilhas e "quadrilhas"

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

De fato, o respeitável líder associativo fez algumas alegações pouco claras no sentido de que haveriam quadrilhas especializadas em denunciar falsamente juízes que "estariam combatendo bandidos perigosos" (dá até arrepio em ler a frase). Não deu nomes, nem mais detalhes. Assim, fico a me perguntar: será que basta, para que um juiz seja responsabilizado, a formulação de uma denuncia qualquer junto a uma corregedoria ou ao CNJ? Isso significa alguma ameaça? Se assim o for, também os advogados não estão a sofrer com a atuação de "quadrilhas especializadas" todas vez a esses profissionais é imputado falsamente a prática de delitos que jamais existiram, o que ocorre cotidianamente? São essas perguntas que ficam no ar.

e OUTRA:

Winston Smith (Servidor)

Por que o senhor como presidente da associação não dá os nomes dos membros das quadrilhas especializadas em criar denúncias "mentirosas" (veja: para ele todas são mentirosas...) no CNJ?
Já que o senhor está tão bem informado, por que não dá nomes à sociedade, em vez de chorar "há quadrilhas especializadas em denunciar juízes"... se sabe que há quadrilhas, dê nomes!
Se não sabe ou não tem certeza, recolha-se ao silêncio.

Concordo: não tem dinheiro? vai para DefPub!

Winston Smith (Servidor)

Vou tentar ser o mais claro possível, caro presidente da associação:
1) ADVOGADO, JUIZ, PROMOTOR, DELEGADO, ETC: É TUDO A MESMA MERDA! OK? Não venha com essa lorota de "oh que triste veja a juíza vendendo a casa para pagar advogado"... E daí? Ela deveria receber alguma espécie de ajuda do Estado com advogado caro pq é juíza??
2) Não vejo a mesma choradeira quando um adv vende casa para pagar sua defesa...
3) Portanto: dane-se!

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