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Falta de fiscalização

Ministério da Justiça investiga Polícia Rodoviária

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, determinou nesta segunda-feira (28/3) a abertura de uma sindicância para apurar a falta de fiscalização em rodovias federais, a prática de atos ilícitos por agentes da Polícia Rodoviária Federal e o mau uso de recursos da corporação. Após exoneração de cargos, o ministério enviará denúncias ao Ministério Público e à Controladoria-Geral da União. As informações são da Agência Brasil.

Em nota divulgada nesta segunda-feira, Cardozo declarou que aceitou o pedido de exoneração do diretor-geral do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, Hélio Derenne, que alegou "questão de foro íntimo" para o desligamento. O cargo será assumido interinamente pela superintendente da PRF no Paraná, Maria Alice Nascimento Souza, que deve propor um plano de ação para a instituição em até cinco dias úteis.

Além de Derenne, o ex-superintendente da PRF no Ceará, Ubiratan Roberto de Paula, também será investigado, porque foi denunciado por pedir "tolerância" na aplicação de multas a parlamentares e autoridades. Ubiratan de Paula também pediu exoneração do cargo, na última quarta-feira (24/3).

Segundo a nota, também será investigado outro exonerado do cargo, o coordenador-geral de operações da PRF, inspetor Alvarez de Souza Simões, porque "em reunião com policiais, gravada em vídeo, ele chamou de firula o envio de integrantes da corporação para operação de combate ao crime no Rio de Janeiro".

Revista Consultor Jurídico, 29 de março de 2011, 1h44

Comentários de leitores

4 comentários

PRF não é polícia

Medeiros (Advogado Autônomo)

A "polícia" Rodoviária Federal não é POLÍCIA: É Patrulha. Sua função é TRÂNSITO, e não SEGURANÇA PÚBLICA.

AGIR COM "FIRULA" FERE O PRINCÍPO DA MORALIDADE

Enos Nogueira (Advogado Autônomo - Civil)

Enquanto a indicação para cargos em comissão desses órgão pertencerem a políticos (alguns venais), as instituições serão desmoralizadas, pois o mérito do servidor não vale nada, o que vale é a bajulação política. O agente público que diz que vai fazer "firula", ofende princípios que regem a Adminstração Pública. Quanto ao devido processo legal, ao contraditório e a ampla defesa, todos terão, portanto, com a venia do colega, ninguém foi condenado por nada, sequer com relação a destituição do cargo em comissão, pois tal destituição foi a pedido, apesar que cargo em comissão é de livre nomeação e exoneração. Ninguém foi ainda demitido do cargo público, pois nesse haverá a preservação dos direitos e garantias fundamentais.

Inábil

J.Henrique (Funcionário público)

Esse prf é, no mínimo, inábil.

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