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Audiência a distância

TJ-PB investe em videoconferência com presos

O Tribunal de Justiça da Paraíba está investindo em videoconferências nas audiências com presos. Na última sexta-feira (18/3), o presidente do órgão, desembargador Abraham Lincoln da Cunha Ramos, assinou convênio com a Secretária Estadual de Administração Penitenciária, que vai implantar o projeto em 30 dias. A medida atinge os presídios de Róger e de Campina Grande.

Com o novo sistema, presos que estão em regime provisório não precisam ser deslocados para participar das audiências nos fóruns. Segundo o TJ-PB, os juízes titulares das varas, por meio do sistema interligado com câmeras, audio e monitores, poderão conduzir toda a audiência, diretamente da unidade judiciária, sem que o preso precise sair da unidade prisional.

O presidente do órgão disse que a iniciativa faz parte da virtualização do TJ. “Ao mesmo tempo em que estamos virtualizado todo os procedimentos
processuais, vamos também avançando na prática, utilizando os meios
eletrônicos para facilitar as atividades do Poder Judiciário, trazendo mais
economia e celeridade”, reiterou.

O secretário José Alves Formiga lembrou que o novo sistema vai trazer economia e segurança. “Será muito importante esse primeiro passo para avançar nesse processo”, disse. Com informações da Assessoria de Comunicação do TJ-PB

Revista Consultor Jurídico, 20 de março de 2011, 16h45

Comentários de leitores

1 comentário

E o servidor?

Anwalt (Advogado Autônomo - Criminal)

O interessante no Tribunal de Justiça da Paraíba é que se fala em modernização, construção de prédios e mais prédios, aquisição de equipamentos, batimento de metas judiciais que nos são empurradas de goela abaixo pelo CNJ, etc.
A única coisa que não se escuta é falar a respeito de uma política de valorização honesta dos servidores através da correção eficiente do um malfadado plano de cargos, carreiras e vencimentos que mais parece um monstrengo de filme japonês ou mesmo no investimento numa melhor condição de trabalho e saúde para estes.
Atender com a máxima eficiência ao jurisdicionado é a missão dos servidores Poder Judiciário, mas como é que se atinge altos graus de eficiência com servidores trabalhando em más condições, principalmente nas comarcas do interior, com salários defasados e sem perspectiva de melhoria?
Apenas escrevendo no papel: CUMPRA-SE???

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