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Celular a preso

Advogada é alvo da OAB-RS por levar celular a presos

A seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Sul vai instaurar processo ético-disciplinar contra a advogada Luciana Kalinski Garcia. Ela foi presa ao tentar entrar na Penitenciária Modulada de Montenegro (RS) com 20 celulares, chips e carregadores. Em ofício divulgado na terça-feira (15/3), o presidente da entidade, Claudio Lamachia, disse que o caso será analisado pelo Tribunal de Ética e Disciplina.

“A entidade irá requerer ao delegado responsável pelo caso a documentação produzida após o ato de prisão”, disse Lamachia. Ainda de acordo com ele, caso a culpa da advogada seja confirmada, existe a possibilidade de uma suspensão cautelar. “A Ordem permanece atenta e vigilante, não permitindo que seus inscritos tenham conduta que afronte a ética na advocacia, indispensável para o exercício da profissão”.

Quando descoberta, a advogada já havia repassado os celulares, que estavam dentro de uma pasta de notebook, a um dos cinco presos. Com informações da Assessoria de Comunicação da OAB-RS.

Revista Consultor Jurídico, 16 de março de 2011, 17h42

Comentários de leitores

4 comentários

Expulsão já!!

ANS (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Respeitado o devido processo legal, espero da oab o mesmo rigor que ela faz com os bacharéis.

Mais

rogc ()

Mais de dois por semana!

MISTURA PERIGOSA

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

É.... advogar na esfera penal é muito gratificante, (quer no aspecto legal da disciplina (que tem no seu âmago a valorização do bem maior da vida - a liberdade- quer no quesito financeiro de quem a ela se dedica). O problema é quando a defesa extrapola os limites legais de atuação e passa a auxiliar o cliente na sua "atividade fim". Essa tênue linha divisória ,invisível e escorregadia é, por isso mesmo, facilmente ultrapassada, porém sempre conscientemente e é justamente aí que mora o perigo. Que a OAB aja com rapidez punindo a distribuidora de celulares no presídio,em nome da dignidade do resto da classe que ainda sabe distinguir as coisas.

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