Com OAB ausente, CNJ diz que Ordem não decide sobre roupa de advogado

27/06/2011 11:43Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)DIREITO DE PROPRIEDADE
Bom,Dr. Dinamarco, se o Fórum é a casa dos Magistrados, eles 'locaram' parte dela a OAB, (portanto a nós advogados), pois em todos eles existe a 'SALA DA ORDEM'. Nesse contexto metafórico, se analisado o caso pontualmente sob a forma rígida do conceito de propriedade, mesmo que assim considerada como sendo dos Juízes, em matéria de locação não pode o senhorio exigir qual a vestimenta a ser usada pelo locatário, sob pena de ingerência em território alheio, pelo menos enquanto prevalente a locação, é óbvio. Quanto aos demais, adeptos do terno como significado de respeito, prestígio e competência profissional, remeto-os a leitura da vida de um dos 5 homens mais ricos do mundo (BIL GATES)e a forma incomum de administrar o maior império da informática do planeta, aí incluindo sua postura de empresário; vestimenta; gerenciamento e , o que é mais importante, OS RESULTADOS DESSA GESTÃO MODERNA. Se após isso, ainda insistirem na forma e não no conteúdo, eu desisto.
25/06/2011 15:06Bruno (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Nas Entrelinhas
É realmente lastimável a conduta dos conselheiros que decidiram sobre o caso com a ausência dos Advogados, e o pior, propositalmente, utilizando-se de artíficio ardil, ludibriando os representantes da advocacia que, como eles, compõem o CNJ, ou seja, naquele Conselho são seus pares, o que foi lamentavelmente desprezado. Mas na realidade, é necessário se entender o que está nas entrelinhas desse ato vergonhoso. É evidente a tentativa de desmoralização da advocacia, lamentavelmente um Presidente do CNJ que advém da magistratura e se pôs em rota de colisão com a advocacia ao empenhar-se na aprovação de um PEC vergonhoso e absurdo, que afronta a Constituição, a qual, em outro patamer, ao mesmo Sr. compete a presidência do órgão que deve resguardá-la. Quanto À vestimenta apropriada ao advogado, de fato concordo com os comentaristas que pensam que o terno e gravata é o adequado. Vejo com estranheza um médico sem o tradicional jaleco branco, ou o dentista vestido de roupa negra, porque com a advocacia seria diferente, jamais vi um dos grandes advogados pátrios se rebelarem contra o uso da veste tradicional, é inimaginável, ainda mais quando penso em Rui Barbosa, Trancoso, Dallari, Delmanto, ou entre os mais contemporâneos, Ives Gandra, Thomas Bastos, Mariz de Oliveira, dentre tantos outros. Mas o mais grave é saber que esse mesmo Conselho (CNJ), aprovou que os magistrados têm direito às mesmas regalias dos membros dos MPs (estaduais e federais), como se já não tivessem regalias demais, como férias de 60 dias, diferente de todos os demais trabalhadores desse país, agora poderão vender 20 dias de suas férias, além de auxílio moradia, licença remunerada para cursos no EXTERIOR, entre outras mais. Isso sim é imoral, absurdo!
25/06/2011 15:04Bruno (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Nas Entrelinhas
Continuação...
Quanto À vestimenta apropriada ao advogado, de fato concordo com os comentaristas que pensam que o terno e gravata é o adequado. Vejo com estranheza um médico sem o tradicional jaleco branco, ou o dentista vestido de roupa negra, porque com a advocacia seria diferente, jamais vi um dos grandes advogados pátrios se rebelarem contra o uso da veste tradicional, é inimaginável, ainda mais quando penso em Rui Barbosa, Trancoso, Dallari, Delmanto, ou entre os mais contemporâneos, Ives Gandra, Thomas Bastos, Mariz de Oliveira, dentre tantos outros. Mas o mais grave é saber que esse mesmo Conselho (CNJ), aprovou que os magistrados têm direito às mesmas regalias dos membros dos MPs (estaduais e federais), como se já não tivessem regalias demais, como férias de 60 dias, diferente de todos os demais trabalhadores desse país, agora poderão vender 20 dias de suas férias, além de auxílio moradia, licença remunerada para cursos no EXTERIOR, entre outras mais. Isso sim é imoral, absurdo!
25/06/2011 15:02Bruno (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Nas Entrelinhas
É realmente lastimável a conduta dos conselheiros que decidiram sobre o caso com a ausência dos Advogados, e o pior, propositalmente, utilizando-se de artíficio ardil, ludibriando os representantes da advocacia que, como eles, compõem o CNJ, ou seja, naquele Conselho são seus pares, o que foi lamentavelmente desprezado. Mas na realidade, é necessário se entender o que está nas entrelinhas desse ato vergonhoso. É evidente a tentativa de desmoralização da advocacia, lamentavelmente um Presidente do CNJ que advém da magistratura e se pôs em rota de colisão com a advocacia ao empenhar-se na aprovação de um PEC vergonhoso e absurdo, que afronta a Constituição, a qual, em outro patamer, ao mesmo Sr. compete a presidência do órgão que deve resguardá-la.
25/06/2011 00:52Bruno (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Nas entrelinhas
É realmente lastimável a conduta dos conselheiros que decidiram sobre o caso com a ausência dos Advogados, e o pior, propositalmente, utilizando-se de artíficio ardil, ludibriando os representantes da advocacia que, como eles, compõem o CNJ, ou seja, naquele Conselho são seus pares, o que foi lamentavelmente desprezado. Mas na realidade, é necessário se entender o que está nas entrelinhas desse ato vergonhoso. É evidente a tentativa de desmoralização da advocacia, lamentavelmente um Presidente do CNJ que advém da magistratura e se pôs em rota de colisão com a advocacia ao empenhar-se na aprovação de um PEC vergonhoso e absurdo, que afronta a Constituição, a qual, em outro patamer, ao mesmo Sr. compete a presidência do órgão que deve resguardá-la. Quanto À vestimenta apropriada ao advogado, de fato concordo com os comentaristas que pensam que o terno e gravata é o adequado. Vejo com estranheza um médico sem o tradicional jaleco branco, ou o dentista vestido de roupa negra, porque com a advocacia seria diferente, jamais vi um dos grandes advogados pátrios se rebelarem contra o uso da veste tradicional, é inimaginável, ainda mais quando penso em Rui Barbosa, Trancoso, Dallari, Delmanto, ou entre os mais contemporâneos, Ives Gandra, Thomas Bastos, Mariz de Oliveira, dentre tantos outros. Mas o mais grave é saber que esse mesmo Conselho (CNJ), aprovou que os magistrados têm direito às mesmas regalias dos membros dos MPs (estaduais e federais), como se já não tivessem regalias demais, como férias de 60 dias, diferente de todos os demais trabalhadores desse país, agora poderão vender 20 dias de suas férias, além de auxílio moradia, licença remunerada para cursos no EXTERIOR, entre outras mais. Isso sim é imoral, absurdo!
24/06/2011 08:48natanael (Advogado Autônomo - Criminal)DR. NATANAEL ARAUJO
São duas as críticas:
1º: Os conselheiros da OAB/RJ deveriam saber, como advogados que são, que da mesma forma que houve essa manobra feita pelo CNJ, nós, atuantes, sentimos regularmente pelos juizes; ou seja,cotidianamente somos obrigados a ficar espertos para não cairmos em cilada. Deveriam ter ficado até o fim da sessão.
2º: Vejam que o presidente do CNJ é o presidente do supremo. Que decepção por tal atitude.
23/06/2011 18:56Bruno (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Nas Entrelinhas
É realmente lastimável a conduta dos conselheiros que decidiram sobre o caso com a ausência dos Advogados, e o pior, propositalmente, utilizando-se de artíficio ardil, ludibriando os representantes da advocacia que, como eles, compõem o CNJ, ou seja, naquele Conselho são seus pares, o que foi lamentavelmente desprezado. Mas na realidade, é necessário se entender o que está nas entrelinhas desse ato vergonhoso. É evidente a tentativa de desmoralização da advocacia, lamentavelmente um Presidente do CNJ que advém da magistratura e se pôs em rota de colisão com a advocacia ao empenhar-se na aprovação de um PEC vergonhoso e absurdo, que afronta a Constituição, a qual, em outro patamer, ao mesmo Sr. compete a presidência do órgão que deve resguardá-la. Quanto À vestimenta apropriada ao advogado, de fato concordo com os comentaristas que pensam que o terno e gravata é o adequado. Vejo com estranheza um médico sem o tradicional jaleco branco, ou o dentista vestido de roupa negra, porque com a advocacia seria diferente, jamais vi um dos grandes advogados pátrios se rebelarem contra o uso da veste tradicional, é inimaginável, ainda mais quando penso em Rui Barbosa, Trancoso, Dallari, Delmanto, ou entre os mais contemporâneos, Ives Gandra, Thomas Bastos, Mariz de Oliveira, dentre tantos outros. Mas o mais grave é saber que esse mesmo Conselho (CNJ), aprovou que os magistrados têm direito às mesmas regalias dos membros dos MPs (estaduais e federais), como se já não tivessem regalias demais, como férias de 60 dias, diferente de todos os demais trabalhadores desse país, agora poderão vender 20 dias de suas férias, além de auxílio moradia, licença remunerada para cursos no EXTERIOR, entre outras mais. Isso sim é imoral, absurdo!
23/06/2011 18:54Bruno (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Nas Entrelinhas
É realmente lastimável a conduta dos conselheiros que decidiram sobre o caso com a ausência dos Advogados, e o pior, propositalmente, utilizando-se de artíficio ardil, ludibriando os representantes da advocacia que, como eles, compõem o CNJ, ou seja, naquele Conselho são seus pares, o que foi lamentavelmente desprezado. Mas na realidade, é necessário se entender o que está nas entrelinhas desse ato vergonhoso. É evidente a tentativa de desmoralização da advocacia, lamentavelmente um Presidente do CNJ que advém da magistratura e se pôs em rota de colisão com a advocacia ao empenhar-se na aprovação de um PEC vergonhoso e absurdo, que afronta a Constituição, a qual, em outro patamer, ao mesmo Sr. compete a presidência do órgão que deve resguardá-la. Quanto À vestimenta apropriada ao advogado, de fato concordo com os comentaristas que pensam que o terno e gravata é o adequado. Vejo com estranheza um médico sem o tradicional jaleco branco, ou o dentista vestido de roupa negra, porque com a advocacia seria diferente, jamais vi um dos grandes advogados pátrios se rebelarem contra o uso da veste tradicional, é inimaginável, ainda mais quando penso em Rui Barbosa, Trancoso, Dallari, Delmanto, ou entre os mais contemporâneos, Ives Gandra, Thomas Bastos, Mariz de Oliveira, dentre tantos outros. Mas o mais grave é saber que esse mesmo Conselho (CNJ), aprovou que os magistrados têm direito às mesmas regalias dos membros dos MPs (estaduais e federais), como se já não tivessem regalias demais, como férias de 60 dias, diferente de todos os demais trabalhadores desse país, agora poderão vender 20 dias de suas férias, além de auxílio moradia, licença remunerada para cursos no EXTERIOR, entre outras mais. Isso sim é imoral, absurdo!
23/06/2011 17:30Paulo Henrique M. de Oliveira (Advogado Autônomo)ANTÔNIO CÂNDIDO DINAMARCO...
Meu amigo, meu professor, meu ídolo e advogado dos bons, dos muito bons, diga-se, Professor Antônio Cândido Dinamarco: O FÓRUM NÃO É A CASA DOS MAGISTRADOS. É a casa da JUSTIÇA. E dela fazemos partes os advogados, os promotores, eles, os juízes, mais os serventuários.
Portanto, seu argumento de que é o dono da casa quem decide, só pode ser levado em consideração se todos formos encarados como os DONOS DA CASA. E, neste caso, a parte "advogada" dos donos da casa é regulada pela OAB.
Saudade, amigo!
Abração,
PH
23/06/2011 16:34Richard Smith (Consultor)Huuum, nem tanto, caro amigo...
Olhe, "Sétimo Período", se esse fosse o maior dos problemas...
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Eu, trabalho com advogados, entre outros, há mais de vinte anos e tive, neste periódo a oportunidade de conhecer advogados, vários Advogados e também muitos "adevogados", como aqueles que ficavam lá pela Ipiranga ou Santa Ifigênia e colocavam "paqueiros" aliciando clientes aos gritos de "Ministério do Trabaho?!".
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De minha parte, quando algum cliente meu, cheio da confiança no meu trabalho, oferece os meus serviços a alguma outra pessoa necessitada, eu me sinto lisonjeado e não tratado como "mercadoria", pois como mencionei num post lá atrás, respeito é uma coisa a qual nós todos a temos dentro de nós mesmos e ninguém pode tirá-la ou não a temos. Podem tentar, mas que se dá ao respeito, via de regra é bastante respeitado. Para os demais casos, uma breve descompostura basta e senão, resta a ação judicial contra o safado audacioso.
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E o traje, embora "não faça o monge", certamente serve para creditar-lhe o respeito e a dignidade necessários.
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E não estamos tratando de coisas "milimétricas", mas essenciais.
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Então repito, uma vez mais: boa briga da OAB por péssima coisa! E como tal, lastimável postura ante a tantos fatos mais graves, no âmbito da advocacia e do restante da Nacionalidade, principalmente acerca dos temas institucionais.
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Saudações.
23/06/2011 15:53Charles Luz (Outros)Quer advogado?
"Quer advogado?" Dizia um contribuinte que estava na agência (sou servidor fiscal e estudante de direito); repetia e ainda dizia "advogado não é problema!" A profissão está tão aviltada que os advogados estão agora sendo considerados mercadoria barata. Este contribuinte (empresário) até "ofereceu advogado" à outro cidadão que estava com alguns problemas. "Eu ligo agora!" e pegou o celular "advogado não é problema!".
Não sei se esse advogado dele usava terno ou não, mas tem gente aqui achando que usar terno vai elevar a advocacia a um patamar de mais respeito. Talvez até seja verdade, mas creio que que esses milímetros não farão diferença no quadro geral.
Algo que elevaria a advocacia seria uma entidade mais atuante. Talvez esses conselheiros devessem arregaçar as mangas dos seus ternos e trabalhar mais pela classe; ou devessesem talvez usar vestimenta mais confortável para que suportassem melhor assistir toda a audiência.
23/06/2011 11:17Bruno (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Nas entrelinhas
É realmente lastimável a conduta dos conselheiros que decidiram sobre o caso com a ausência dos Advogados, e o pior, propositalmente, utilizando-se de artíficio ardil, ludibriando os representantes da advocacia que, como eles, compõem o CNJ, ou seja, naquele Conselho são seus pares, o que foi lamentavelmente desprezado. Mas na realidade, é necessário se entender o que está nas entrelinhas desse ato vergonhoso. É evidente a tentativa de desmoralização da advocacia, lamentavelmente um Presidente do CNJ que advém da magistratura e se pôs em rota de colisão com a advocacia ao empenhar-se na aprovação de um PEC vergonhoso e absurdo, que afronta a Constituição, a qual, em outro patamer, ao mesmo Sr. compete a presidência do órgão que deve resguardá-la. Quanto À vestimenta apropriada ao advogado, de fato concordo com os comentaristas que pensam que o terno e gravata é o adequado. Vejo com estranheza um médico sem o tradicional jaleco branco, ou o dentista vestido de roupa negra, porque com a advocacia seria diferente, jamais vi um dos grandes advogados pátrios se rebelarem contra o uso da veste tradicional, é inimaginável, ainda mais quando penso em Rui Barbosa, Trancoso, Dallari, Delmanto, ou entre os mais contemporâneos, Ives Gandra, Thomas Bastos, Mariz de Oliveira, dentre tantos outros. Mas o mais grave é saber que esse mesmo Conselho (CNJ), aprovou que os magistrados têm direito às mesmas regalias dos membros dos MPs (estaduais e federais), como se já não tivessem regalias demais, como férias de 60 dias, diferente de todos os demais trabalhadores desse país, agora poderão vender 20 dias de suas férias, além de auxílio moradia, licença remunerada para cursos no EXTERIOR, entre outras mais. Isso sim é imoral, absurdo!
23/06/2011 11:14Bruno (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Nas Entrelinhas
É realmente lastimável a conduta dos conselheiros que decidiram sobre o caso com a ausência dos Advogados, e o pior, propositalmente, utilizando-se de artíficio ardil, ludibriando os representantes da advocacia que, como eles, compõem o CNJ, ou seja, naquele Conselho são seus pares, o que foi lamentavelmente desprezado. Mas na realidade, é necessário se entender o que está nas entrelinhas desse ato vergonhoso. É evidente a tentativa de desmoralização da advocacia, lamentavelmente um Presidente do CNJ que advém da magistratura e se pôs em rota de colisão com a advocacia ao empenhar-se na aprovação de um PEC vergonhoso e absurdo, que afronta a Constituição, a qual, em outro patamer, ao mesmo Sr. compete a presidência do órgão que deve resguardá-la. Quanto À vestimenta apropriada ao advogado, de fato concordo com os comentaristas que pensam que o terno e gravata é o adequado. Vejo com estranheza um médico sem o tradicional jaleco branco, ou o dentista vestido de roupa negra, porque com a advocacia seria diferente, jamais vi um dos grandes advogados pátrios se rebelarem contra o uso da veste tradicional, é inimaginável, ainda mais quando penso em Rui Barbosa, Trancoso, Dallari, Delmanto, ou entre os mais contemporâneos, Ives Gandra, Thomas Bastos, Mariz de Oliveira, dentre tantos outros. Mas o mais grave é saber que esse mesmo Conselho (CNJ), aprovou que os magistrados têm direito às mesmas regalias dos membros dos MPs (estaduais e federais), como se já não tivessem regalias demais, como férias de 60 dias, diferente de todos os demais trabalhadores desse país, agora poderão vender 20 dias de suas férias, além de auxílio moradia, licença remunerada para cursos no EXTERIOR, entre outras mais. Isso sim é imoral, absurdo!
22/06/2011 20:25Cícero José da Silva (Advogado Autônomo - Criminal)Veste Talar
Com todo respeito aos pensam de maneira diferente, entendo que a dignidade da profissão exige não apenas o terno e gravata, mas também as vestes talares, que a OAB deveria disciplinar exigir até mesmo nas sessões de julgamento do seu Tribunal de Ética, e nas solenidades importantes, como a da entrega das carteiras aos novos advogados.
22/06/2011 18:35MARTINS REGIS (Advogado Assalariado - Civil)DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS
Sou advogado há dez anos e uso terno e gravata desde os tempos de estagiário. Por isso, posso afirmar que não sinto a menor diferença entre o uso do terno e andar com uma camiseta sem mangas, quando vou à praia, quanto à sensação térmica. Pelo contrário, sinto-me até mais protegido dos raios solares com o terno, pois ficar com os ombros expostos pode provocar queimaduras sérias (já tive uma em João Pessoa). Mas acho igualmente interessante ver que OAB/RJ está se debatendo tanto em relação à indumentária (que é uma questão de somenos importância) e deixando correr frouxo (sem aspas mesmo) a questão do Processo Eletrônico, que continua bloqueado para o livre acesso aos advogados. O escritório onde eu trabalho tem alguns processos na Justiça Federal que estão tramitando na forma eletrônica e NÃO TENHO ACESSO A ELES, principalmente aqueles a que eu tinha acesso até o ano passado. Sinto que a OAB/RJ está fazendo um estardalhaço desnecessário por besteira e assuntos importantíssimos de lado, seja por pouco caso ou por certa conivência ou omissão. Não me importo em usar terno no verão. Eu o levo na mão ou no braço e o visto no Fórum, caso eu vá fazer alguma audiência ou despachar com algum juiz.
22/06/2011 18:04Richard Smith (Consultor)Não é bem assim...
E uma vez mais concordo com o Dr. Dinamarco e discordo do caro Dr. Pintar: o Fórum é a casa da Justiça, parte dos poderes representativos instituidos pela Sociedade. Nela se exerce a Lei e se dirimem os litígios mediante a figura do Juiz, funcionário público concursado e preparado (espera-se!) e pago pela Sociedade.
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Não é a casa do Advogado que nela ingressa para defender os interesses dos seus clientes, aí sim, sem SUBORDINAÇÃO ao juíz (mas também sem IGUALDADE, porque se tratam de cargos e de "munus" essencialmente diferentes).
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E esta casa merece sim, a maior dignidade possível, de parte de todos qua a ela acorrem, pois se desprezarmos e espezinharmos essa dignidade é na própria lei que o fazemos. Como bem os PeTralhas soem de fazer, sempre por uma "boa" causa, é claro!
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"Est modus in rebus", já diz o brocardo e é de relaxamento em relaxamento, que temos visto se instalando, solertemente, as maiores barbaridades em nosso tão lindo, quanto triste, País.
22/06/2011 17:51Richard Smith (Consultor)Só para não variar...
Só para não variart não concordo com o Dr. Fernando.
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Diga-me alguém se o grandes ADIB JATENE ou SILVANO RAIA foram vistos jamais sem o seu avental quando nas dependências de seus consultórios ou clínicas!
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O hábito não faz o monge, sem dúvida alguma, mas um monge de verdade sem o seu hábito (e quantos hão!) é um monge apequenado.
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A pasta relamente é o símbolo do advogado, tanto quanto a figura de Thêmis ou da simples balancinha sobre a mesa. É nela aonde são carregadas, com cuidado, as peças que haverão de postular na melhor defesa dos interesses dos seus clientes. Se hoje através de lap-tops ou IPads, pouca diferença faz.
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Existem coisas que são efetivamente simbológicas e o paletó e "pasta" efetivamente "constituem" o advogado dando solenidade e peso à sua figura, elementos estes que são muito necessários, principalmente perante às partes (e não apenas perante o seu cliente!), perante as testemunhas e até perante o Juízo.
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Pergunte-se a qualquer pesao parada ao acaso na rua, como ela entende que seria a figura de um advogado e verão que eu tenho razão, principalmente entre as mais humildes (e cabe aqui outra perguntinha bem chata: iria o advogado apresentar-se ou assinar um excelente contrato com uma multinacional, mesmo no dia de maior calor do ano, em mangas de camisa? Pensem e respondam sinceramente!).
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No meu entender essa grita, colocada em perspectiva, representa um desserviço à advocacia, malgrado os aspectos legais da coisa, que podem e devem ser discutidos nas circunstâncias apropriadas.
22/06/2011 17:51Bruno (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Nas Entrelihas
De fato houve total falta de respeito com a advocacia, pois o tema tratado era de interesse maior, senão exclusivo, dos próprios advogados, seja ele (o tema tratado) banal ou não, por essa razão não poderia ser decidido sem a participação de seus representantes. é justamente isto que está nas entrelinhas do ocorrido, o desejo velado de se sobrepor à advocacia, como se fossemos de menor importância na administração da Justiça, repita-se, JUSTIÇA, porque quanto a administração do Poder Judiciário, é óbvio que a quem cabe administrá-lo são seus órgãos! Mesmo porque, na grande maioria, advogados são profissionais liberais, no máximo empregados de bancas ou departamentos jurídicos, não funcionários do Poder Judicário, portanto, desobrigados às suas exigências, não têm responsabilidade, nem obrigaçao alguma com a forma com que é administrado, salvo para fiscalizar irregularides na administração da coisa pública e denunciar desvios! O Poder Judiciário, portanto, seus órgãos, devem servir ao interesse público, os Fóruns estaduais e federais e seus Tribunais, TSE, o TST, STJ, STF, são todos coisas públicas, o público é seu dono, ou seja, ao Povo pertence e a ele deve prestar serviço. Funcionários Públicos que faltam com o respeito aos que lhes remunera.
22/06/2011 17:49Bruno (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Nas Entrelihas
De fato houve total falta de respeito com a advocacia, pois o tema tratado era de interesse maior, senão exclusivo, dos próprios advogados, seja ele (o tema tratado) banal ou não, por essa razão não poderia ser decidido sem a participação de seus representantes. é justamente isto que está nas entrelinhas do ocorrido, o desejo velado de se sobrepor à advocacia, como se fossemos de menor importância na administração da Justiça, repita-se, JUSTIÇA, porque quanto a administração do Poder Judiciário, é óbvio que a quem cabe administrá-lo são seus órgãos! Mesmo porque, na grande maioria, advogados são profissionais liberais, no máximo empregados de bancas ou departamentos jurídicos, não funcionários do Poder Judicário, portanto, desobrigados às suas exigências, não têm responsabilidade, nem obrigaçao alguma com a forma com que é administrado, salvo para fiscalizar irregularides na administração da coisa pública e denunciar desvios! O Poder Judiciário, portanto, seus órgãos, devem servir ao interesse público, os Fóruns estaduais e federais e seus Tribunais, TSE, o TST, STJ, STF, são todos coisas públicas, o público é seu dono, ou seja, ao Povo pertence e a ele deve prestar serviço. Funcionários Públicos que faltam com o respeito aos que lhes remunera.
22/06/2011 17:41Richard Smith (Consultor)Lastimavelmente, lastimável, sim...
Veja-se portanto, caro Dr. Pintar que a coisa resvalaria para um critério muito subjetivo, a questão da Proporcionalidade. Mesmo assim, a noram continuara sendo hígida posto que imposta por quem com poderes legais para tanto.
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E esse é problema pelo qual passamos e sobre o qual já tive a oportunidade de me manifestar anteriormente. O caso presente não trata de prerrogativas usurpadas em primeiro lugar, mas sim da falta de bom senso. Poderia ser até uma boa e pertinente briga, mas os motivos são lastimáveis.
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E, considerando-se a grande maioria da população que demanda por ordem, clareza e um bom governo, a OAB muito melhor faria encampando essas demandas e lutando com a sua clava forte pela melhoria e fortalecimento de nossas Instituiçãoes, não ao contrário.
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Um abraço.

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