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4 junho 2011
Agilidade jurídica
OAB reclama do processo eletrônico
O Colégio de Presidentes do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil vai pedir ao Judiciário que aceite petições físicas para as unidades judiciárias as digitalizarem, e que implante o mais rápido possível um sistema unificado e simplificado de processo eletrônico. Os pedidos se baseiam em reclamações das seccionais da OAB.
A OAB também pretende requerer que haja a coexistência do sistema de senhas, para acesso aos sistemas dos tribunais, com o de certificação digital. Participaram da reunião do Colégio, além da diretoria do Conselho Federal da OAB, todos os 27 dirigentes de Seccionais da OAB. Com informações da Assessoria de Imprensa da Ordem dos Advogados do Brasil.
Revista Consultor Jurídico, 4 de junho de 2011
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Comentários
Comentários de leitores: 5 comentários
UFA! ATÉ QUE ENFIM UMA ATITUDE!
Custos
E se explodir para Anatel?
http://shopping.uol.com.br/s
Quanto ao Adobe Pro X, a desvantagem de uma cópia pirata é que a Polícia Federal pode entrar no escritório do advogado e apreender tudo, além das multas.
O problema com a banda larga e aquelas longas interrupções dos provedores, ou o limite de dados que os provedores unilateralmente estão alterando contratos de adesão para inserir.
Por óbvio a classe dos advogados vai reagir mansa e pacificamente ao modo como a ANATEL protege os provedores de internet, no que o nível das reclamações poderá subir, colocando a Agência em situação de ter de reagir à altura...
Assinatura Digital, digno de nota positiva a iniciativa da OAB-RJ, convênio da CAARJ, derrubou o preço da assinatura digital, identificada por senha a partir do chip da própria carteira, derrubou o preço do aparelho. A questão é o equipamento necessário.
Coloquemos a questão na mesa. O Advogado gasta mais de quatro mil atualizando seus equipamentos, inclusive com um potente no break, se instrumentalizando. Por óbvio terá reflexos no valor dos honorários cobrados. Por outro lado no seu prazo a Internet resolve falhar, ou a banda é diminuída a velocidade de banda estreitíssima. E alega o Tribunal que o problema não é dele, é da Operadora, por conseguinte da ANATEL?
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