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Preço alto

Sthefany Brito vai receber R$ 50 mil por mês de Pato

A 1ª Vara de Família do Rio de Janeiro determinou nesta segunda-feira (28/2) que o jogador Alexandre Pato pague pensão de R$ 50 mil por mês pelos próximos dois anos a atriz Sthefany Brito, sua ex-mulher. Cabe recurso. A informação é da Folha Online.

Pato queria pagar R$ 5 mil por mês, mas Sthefany afirmou que o valor era "insuficiente para atender às suas necessidades". Em sua decisão, a juíza Maria Cristina de Brito Lima afirmou que Pato tinha conhecimento dos compromissos financeiros de Sthefany, já que pagava a ela R$ 50 mil por mês enquanto estavam casados, exceto no mês do casamento, quando a atriz recebeu R$ 60 mil.

Na ação, Sthefany alegou que ficou impossibilitada de trabalhar como atriz por causa do relacionamento e teve contratos publicitários cancelados por causa disso. Isso porque o jogador era uma "pessoa ciumenta", tanto que ele se comprometeu a pagar sua mulher para que ela não fizesse mais novelas. "A ré tinha apenas que ser mulher dele", afirmou a juíza. Por isso, o jogador afirmou que ficaria responsável por prover tudo o que ela precisasse. O casamento dos dois durou nove meses e foi feito em regime de separação total de bens.

Imagem esmaecida
A agente da atriz, Márcia Marba, que atuou como testemunha no processo, disse que a figura dela no meio artístico havia ficado "esmaecida", o que dificulta sua reinserção profissional. "Sua agente não tem conseguido trabalho para a ré", disse Maria Cristina. Como entende que ela poderá voltar a trabalhar "assim que ficar esquecido do público o episódio de sua separação", a juíza determinou o prazo de 24 meses para a pensão.

Revista Consultor Jurídico, 28 de fevereiro de 2011, 20h49

Comentários de leitores

10 comentários

Comentário é igual a palpite?

Daniel André Köhler Berthold (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

É adequado criticar a Juíza de Direito sem conhecer os autos? A notícia retrata, ao menos resumidamente, tudo o que neles está?
Estabelecem o art. 1.694, e seus parágrafos:
"Podem os parentes, os cônjuges ou companheiros pedir uns aos outros os alimentos de que necessitem para viver de modo compatível com a sua condição social, inclusive para atender às necessidades de sua educação.
"§ 1º Os alimentos devem ser fixados na proporção das necessidades do reclamante e dos recursos da pessoa obrigada.
"§ 2º Os alimentos serão apenas os indispensáveis à subsistência, quando a situação de necessidade resultar de culpa de quem os pleiteia".
Como não está dito, na notícia, que a alimentanda tenha sido a culpada pela separação, está equivocado o entendimento de que os alimentos só devam servir para as necessidades básicas dela. Devem, sim, servir "para viver de modo compatível com a sua condição social", como estabelece a lei.
Se a decisão está equivocada, certamente o alimentante tem dinheiro suficiente para constituir procurador que prove isso e consiga reverter a decisão em grau recursal.
O que não dá é presumir, de antemão, o erro judicial.

QUÁ...QUÁ...QUÁ..

Fafá-sempre alerta (Outros)

IMAGINEM DE QUANTO SERIA A PENSÃO SE TIVESSEM PATINHOS HEHEHE

O Pato não tá nem aí

www.eyelegal.tk (Outros)

Ele tá pegando a Barbara Berlusconi.
Vocês estão fazendo tempestade em copo d'água.

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