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Espaço livre

Avião da massa falida da Vasp será leiloado

Um Boeing 737-200, pertencente à massa falida da Vasp, será o primeiro avião a ser leiloado pelo programa Espaço Livre, implantado pelo Conselho Nacional de Justiça em parceria com a Empresa de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Ministério da Defesa, e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A data do leilão, que deverá ser daqui a aproximadamente 30 dias, será fixada na próxima semana pelo juiz da 1ª Vara de Falências de São Paulo.

Segundo Marlos Melek, juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, a venda do avião será transmitido pela Justiça. Além do Boeing, que tem valor histórico por sua antiguidade, também serão vendidos cerca de 80 mil objetos como maquetes de aviões, fotos, uniformes de pilotos e aeromoças e peças ornamentais.

O início da venda dos ativos da Vasp foi decidido, nesta quinta-feira (24/02), pela Comissão Executiva do Programa Espaço Livre, que marcou para o dia 30 de março o início do desmonte dos aviões do programa. Em 15 dias a Anac apresentará um laudo sobre o estado do Boeing e da segunda aeronave a ser leiloada, um Airbus, em que será mostrado se os aviões ainda têm condição de voar ou se são apenas sucata. No mesmo prazo de 15 dias, o Ministério da Defesa apresentará um plano de logística para desmontagem e transporte dos aviões.

Após Congonhas, o Programa Espaço Livre irá para o aeroporto de Brasília, em que existem sete aviões parados. Para evitar que os aeroportos sejam novamente ocupados por aviões sob a custódia da Justiça, o Ministério da Defesa vai definir, dentro de dois meses, aeroportos de referência para essas aeronaves. Com informações da Assessoria de Imprensa do Conselho Nacional de Justiça.

Revista Consultor Jurídico, 28 de fevereiro de 2011, 17h05

Comentários de leitores

1 comentário

Lixo

Roland Freisler (Advogado Autônomo)

Como todo bem depositado judicialmente, o referido avião, se é que se pode falar em avião, está somente na carcaça, inutilizado.Talvez seja aproveitado como ferro velho. É uma pena que o Judiciário seja tão irresponsável na manutenção de bens apreendidos. O mesmo se aplica à outros órgão públicos, que deixam veículos importados caríssimos, aparelhos hospitalares, etc apodrecendo nos depósitos. Os responsáveis por tais fatos deveroiam ser severamente púnidos.

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