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Reforço na corte

Seis novos desembargadores tomam posse no TJ-CE

O Tribunal de Justiça do Ceará recebeu o reforço de seis novos desembargadores, que farão parta das 7ª e 8ª Câmaras Cíveis, criadas em 13 de janeiro deste ano por meio do Assento Regimental 34. Francisco José Martins Câmara, Váldsen da Silva Alves Pereira, Francisco Darival Beserra Primo, Francisco Bezerra Cavalcante, Inácio de Alencar Cortez Neto e Washington Luís Bezerra de Araújo tomaram posse na sexta-feira (18/2), em cerimônia presidida pelo desembargador José Arísio Lopes da Costa.

Os novos integrantes do TJ-CE foram eleitos durante sessão extraordinária do Pleno do último dia 21. O ministro do Superior Tribunal de Justiça Raul Araújo Filho destacou a importância da chegada dos novos julgadores na corte. “Trata-se de incremento no número de desembargadores que, sem dúvida, proporcionará mais qualidade e agilidade aos julgamentos, tudo em prol da população cearense”.

Já o desembargador convocado do STJ Francisco Haroldo Rodrigues de Albuquerque destacou que os novos membros que o TJ-CE seja “mais prestativo e dinâmico”. Para o constitucionalista Paulo Bonavides, “a presença dos novos desembargadores representa significativo reforço para a magistratura cearense”

Também participaram da solenidade o senador José Pimentel (PT/CE); o vice-governador do estado, Domingos Filho; o procurador geral de Fortaleza, Martônio MontAlverne; o diretor do Fórum Clóvis Beviláqua, juiz José Krentel Ferreira Filho; a ouvidora-geral do Ministério Público do Ceará, Marylene Barbosa Nobre, entre outras autoridades.

Perfis
Washington Luís Bezerra de Araújo nasceu em Campo Maior (PI) e ingressou na magistratura cearense em março de 1992. Atuou nas comarcas de Aracati, Iguatu e Sobral. Em 1995, assumiu a 3ª unidade do Juizado Especial Cível e Criminal (JECC) de Fortaleza. Trabalhou também na 1ª Vara da Fazenda Pública e na 15ª Vara Cível. Foi juiz-auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça e coordenador da Escola Superior da Magistratura do Ceará (Esmec). O desembargador ingressou no TJ-CE pelo critério de merecimento.

Francisco José Martins Câmara é natural de Fortaleza e ingressou na magistratura em junho de 1984, atuando nas comarcas de Caririaçu, Assaré, Aurora, Campos Sales, Saboeiro, Itapipoca, entre outras. Em setembro de 1993, assumiu a 17ª Vara de Família de Fortaleza. Também foi coordenador dos JECCs da capital do Ceará e diretor do Fórum Clóvis Beviláqua no biênio 2009/2010. Alcançou o cargo de desembargador pelo critério de merecimento.

Nascido em Crato, Inácio de Alencar Cortez Neto Natural de Crato ingressou na magistratura cearense em agosto de 1986, atingindo a vitaliciedade em maio de 1989. Atuou em Milagres, Campos Sales, Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, entre comarcas. Em Fortaleza, foi titular do 4º JECC e da 17ª Vara Cível. Substituiu o desembargador Francisco Haroldo Rodrigues de Albuquerque, que está no STJ, como juiz convocado e ingressou no TJ-CE por merecimento.

Francisco Bezerra Cavalcante é de Tauá e foi nomeado juiz-substituto de Coreaú em junho de 1984. Passou pelas Comarcas de Aurora e Nova Russas, chegando a Fortaleza em 1991. Na capital, atuou na 2ª Vara do Júri, na 3ª Vara Cível e na 2ª Vara de Família. O ingresso no TJ-CE se deu por antiguidade.

Váldsen da Silva Alves Pereira nasceu em Fortaleza e começou na magistratura em 1974, como juiz-substituto de Marco. Trabalhou nas comarcas de Reriutaba, Acaraú, Canindé, Santa Quitéria, Aracati, entre outras. Em 1993, foi promovido para a 18ª Vara Cível de Fortaleza. Atuou também na 28ª Vara Cível do Fórum Clóvis Beviláqua e como coordenador das Varas Cíveis da capital. Foi promovido a desembargador pelo critério de antiguidade.

Francisco Darival Beserra Primo é de Várzea Alegre, ingressou na magistratura em janeiro de 1981, na comarca de Caririaçu. Passou por Mauriti e Juazeiro do Norte. Foi promovido para a 1ª Vara do Júri de Fortaleza e atuou na 5ª Vara da Infância e da Juventude da capital. O ingresso no TJ-CE foi por antiguidade. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-CE.

Revista Consultor Jurídico, 19 de fevereiro de 2011