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Pedido de vista

Julgamento de processo contra Luiz Zveiter é adiado

O Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) adiou o julgamento do pedido de abertura de Processo Administrativo Disciplinar contra o desembargador Luiz Zveiter, acusado de atuar em benefício de clientes do escritório de advocacia comandado por seu filho e por seu irmão. A reclamação disciplinar estava na pauta da sessão desta terça-feira (15/2), porém, o conselheiro Nelson Tomaz Braga pediu vista do processo.

A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, relatora do caso, apresentou parecer favorável à abertura do processo e do afastamento do desembargador Zveiter, atual presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro e ex-presidente do Tribunal de Justiça do estado. Segundo a corregedora, os indícios de irregularidades são graves e precisam ser apurados. Os conselheiros Jefferson Kravchychyn e Jorge Hélio Chaves de Oliveira anteciparam seus votos, ambos favoráveis à abertura do processo e do afastamento do presidente do TRE-RJ.

Absolvido
Na mesma sessão, o Pleno do CNJ rejeitou, por oito votos a sete, a abertura de Processo Administrativo Disciplinar contra Zveiter por ele ter aparecido em vídeo, durante as últimas eleições, apoiando a candidatura do irmão, Sérgio Zveiter (PDT), eleito deputado federal. A defesa de Zveiter, comandada pelo advogado Márcio Thomaz Bastos, afirmou que o desembargador não autorizou a exibição do vídeo na televisão. E que o relato não passou de um depoimento, no qual ele não pede votos.

A maioria dos conselheiros entendeu que a participação de Luiz Zveiter no vídeo foi um ato isolado e, por isso, não poderia ser considerada como atuação político partidária. O presidente do CNJ, ministro Cezar Peluso, afirmou que a instauração de um processo contra Zveiter lhe pareceria atitude excessiva, além de representar um constrangimento. E destacou que, para um magistrado que se preze, "ter contra si instaurado, após uma sessão pública, a pendência de um procedimento que lhe é absolutamente desconhecido já representa uma pena". Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 16 de fevereiro de 2011, 5h05

Comentários de leitores

4 comentários

venda de sentença

Alcina Torga (Advogado Autônomo - Civil)

É mais pura verdade,ele está envolvido em muitas fraudes,principalmente com registros de imoveis na Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes,para favorecer a familia Marinho/Globo e seus laranjas(DERMESIL),terras de espolios vem passando para os nomes deste laranjal,claro e obvio,com a colaboração e associação para os crimes ,que este bando vem praticando ,e ninguem os segura,só se prende e humilham os ladrões de galinha. A prova disso é o ESPOLIO DE ADELINA RIVETTI,com terras em CURRUPIRA(subida da prainha),QUE PASSARAM NUMA VENDA DE SENTENÇA ,lá na primeira,confirmado na segunda instancia e registrado por cima da matricula do espolio,no 9o.oficio do RI,tenho todas as provas com muitos envolvidos,a quadrilha ou bando é grande e perigosa,vamos a CPI do DEPUTADO PAULO RAMOS.

Resposta ao Serodio

amigo de Voltaire (Advogado Autônomo - Civil)

Serodio, nao rumine a raiva. O seu amigo Marcio Thomaz Bastos fez a mais terrível administraçao da justiça de que sem tem notícia. A seu mando foram invadidos escritórios de advocacia e empreendidas operaçoes espetaculares de prisao de pessoas que sequer sabiam do que se passava. Ao melhor estilo GESTAPO, ele era sim o Goering do PT. O aludido advogado é bem conhecido no meio em que atua. Quanto a coragem garanto a voce que tenho de sobra, mas quando estamos sob um estado de exceçao como é o caso da administraçao stalinista petista guerrilheira é bom ter cuidado porque nao faltam delatores e bajuladores da ditadura vermelha. Aliás, criminosos também, pois houve extermínio de prefeitos que se rebelaram contra os roubos empreendidos pelos petistas.
Dispenso seu abraço pois sequer o conheço, alias agora que o li, acho que o conheço mehor. Vá abraçar seus amigos ditadores.

Falta coragem?

Gilberto Serodio Silva (Bacharel - Civil)

Que dupla? Quem diz o "amigo do Voltaire"? Que se preze ou não magistrado ou advogado, pelos menos o distinto público sabe o nome, já de quem faz comentário mordaz e venenoso não, falta coragem?
Marcio Thomas Bastos foi ministro da justiça que colocou a PF a serviço do interesse público e saiu prendendo bandido do colarinho branco entre eles o banqueiro condenado e apenado Daniel Dantas.
Meu abraço em Voltaire, humildes homenagens ao advogado e Magistrado administrador.

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