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Corte orçamentário

Sarney corta horas extras de diretores comissionados

O Congresso terá que se adequar ao corte orçamentário de R$ 50 bilhões para 2011. E, para tanto, os diretores que têm cargos e funções comissionadas não receberão mais horas extras. Segundo o presidente José Sarney (PMDB-AP), essa medida evitará a distorção que é o diretor ser “o próprio árbitro” de quanto tem direito a receber o dinheiro. Com o corte, o concurso público previsto para contratar 180 servidores neste ano será reavaliado. As informações são da Agência Brasil.

Segundo Sarney, os gastos do Senado já se reduziram no decorrer dos últimos dois anos , mas mesmo assim determinará aos diretores e gestores “uma vigilância muito grande em matéria de gastos”.

O senador defendeu a ação do governo de tentar controlar a inflação e de recrudescer as medidas de controle dos gastos. Ele acredita que as ações já empreendidas não comprometerão as metas de crescimento para 2011 já que a melhoria na arrecadação compensará a contenção dos gastos.

Sarney declarou que “devemos fazer todo esforço para manter a estabilidade econômica. Essa que é fundamental para o país porque beneficia todo o povo brasileiro. Não podemos desequilibrar as finanças públicas e é isso que o governo está fazendo.”

A oposição, por sua vez, considerou que “as medidas são tímidas” e demoraram a ser tomadas. Para o líder dos Democratas, José Agripino Maia (RN), os cortes anunciados nesta quarta-feira (9/2) pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, são “uma bomba de efeito retardado”.

Maia destacou que o aumento da taxa de juros e os cortes representarão de imediato a redução dos investimentos em 2011 e “o freio no ritmo de crescimento” verificado nos últimos anos. “As metas de crescimento previstas estão comprometidas por conta desse remédio amargo que a população é obrigada a tomar pela gastança do governo Lula no ano eleitoral”, afirmou.

Para o líder do PSDB, Álvaro Dias (PR), os cortes anunciados são frágeis e precisaram ser aumentados. Além disso, os valores previstos em orçamentos passados estão em R$ 140 bilhões.

Revista Consultor Jurídico, 10 de fevereiro de 2011, 15h16

Comentários de leitores

3 comentários

UM IMORTAL NO SENADO

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

SARNEY, oh! SARNEY, erva daninha, rasteira e venenosa que cresce incontrolavelmente e , tal qual um câncer metastásico, se alastra no tecido social, minando-o. Se Deus fosse realmente brasileiro, esse excremento humano já teria se despedido de nós há muito tempo, ou melhor, jamais sequer teria nascido. Um 'imortal' em todos os sentidos; nas letras (só as vogais) e na vida ! Á unanimidade, o mais autêntico F.D.P. (Fiscal Da Pátria).

também quero !!!!

Ricardo A Fronczak (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

O próprio servidor determina se vai receber e quanto ??? É brincadeira mesmo - cadê os estudantes e a sociedade civil nas ruas ?? Foram todos cooptados pelo PT ??? Ou se trata apenas da privatização do público em favor de alguns privados ????.....Triste realidade.....

Não sei se é para rir ou para chorar.

Diego. S. O. (Advogado Autônomo - Civil)

O certo seria mandar embora esses funcionários com cargo comissionado, ao invés de apenas "cortar" a hora extra.

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