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Pai testemunha

Pai de Joanna se declara inocente e leigo

O juiz Alberto Fraga, do 3º Tribunal do Júri da Capital, interrogou nesta segunda-feira (7/2) o funcionário público André Rodrigues Marins, pai da menina Joanna Cardoso Marcenal Marins que se declarou inocente. Ele, ao lado da mulher, é acusado de tortura e homicídio qualificado na forma omissiva contra a criança, que morreu em 13 de agosto de 2010 vítima de meningite herpética.

No depoimento, Marins deixou claro que era leigo e que no período de 15 a 19 de julho de 2010, vários especialistas analisaram a saúde da menor e que em 26 dias de internação ninguém teria diagnosticado a doença, o que só aconteceu 40 dias após o óbito, pelo Instituto Médico Legal. Quanto à lesão na nádega da criança, declarou que a menina viera assim da casa da mãe, a médica Cristiane Marcenal.

O próximo depoimento a ser ouvido pelo juiz será da outra acusada, Vanessa Maia Furtado, madrasta da menina. Com informações da Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Processo 0336128-89.2010.8.19.0001

Revista Consultor Jurídico, 8 de fevereiro de 2011, 9h06

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