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Salve Cezar!

Juízes paulistas homenageiam Peluso e discutem PEC

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, já estava feliz quando chegou a São Paulo nesta sexta-feira. Ele soube que a presidente Dilma é favorável à sua Proposta de Emenda Constitucional que antecipa a execução antes do trânsito em julgado. Quando deixou a Escola Paulista da Magistratura (EPM), inflado por eloquentes homenagens e pela lembrança de sua fulgurante carreira, já administrava a emoção. À noite, mais homenagens. Desta vez feita por advogados, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

Peluso apresentou uma vibrante defesa da chamada PEC dos Recursos. Saiu-se bem. Mas não o suficiente para obter a adesão dos advogados presentes ao encontro da EPM. Nos próximos dias, três entidades — o Instituto e a Associação dos Advogados de São Paulo, mais a Seccional Paulista da OAB — devem divulgar um manifesto sobre a proposta. Não se espera surpresa alguma: os advogados devem se posicionar contrariamente ao projeto. 

Mas o público que lotou a Escola, da qual Peluso já foi diretor, estava mais interessado em enaltecer o conjunto da obra do hoje presidente do STF: o seu itinerário pela magistratura e sua bem sucedida gestão no comando do Supremo e do Conselho Nacional de Justiça. Estiveram no prestigiado encontro o presidente da TJ-SP, José Roberto Bedran; conselheiros do CNJ; dirigentes do Iasp (Ivete Senise Ferreira), da Aasp (Arystóbulo de Freitas), da Defensoria-Geral paulista (Daniela Cembranelli); o presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis), Paulo Dimas De Bellis Mascaretti; e mais de uma centena de desembargadores.

Para Bedran, presidente do TJ-SP, a gestão de Peluso no comando do sistema judiciário brasileiro mostrou o quanto é importante a experiência. "Ele conhece como ninguém o sistema. Quem tem essa vantagem pode ir direto ao ponto para enfrentar os problemas", afirmou.

À noite, na Fiesp, Peluso foi saudado pelo desembargador João Cláudio Caldeira, que acaba de se aposentar no TJ-SP. Caldeira lembrou quando, antes de ingressarem na magistratura, ele e Peluso foram estagiários na Cosipa e tinham de acordar de madrugada para chegarem cedo em Cubatão. "Amassamos muito barro juntos", lembrou o amigo.

Revista Consultor Jurídico, 19 de agosto de 2011, 20h16

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