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Sétimo dia

4ª Turma do STJ declara luto pela morte de juíza

A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) declarou nesta quinta-feira (18) luto pelo sétimo dia da morte da juíza Patrícia Lourival Acioli, assassinada com 21 tiros na porta de casa, na madrugada do último dia 12, em Niterói (RJ).

Por proposta do ministro Luis Felipe Salomão, a Turma encaminhou votos de solidariedade ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) e aos familiares da vítima. A juíza atuava na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo.

Na sessão de terça-feira (16), a Sexta Turma do STJ também encaminhou votos de pesar aos familiares e ao TJRJ. Segundo o desembargador convocado Vasco Della Giustina, o assassinato surpreende e entristece a comunidade jurídica e, em especial, os magistrados que atuam na área criminal.

Outros tribunais do país também se manifestaram pela morte da juíza. Integrantes da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, presidida pelo desembargador José Jurandir de Lima, emitiram manifesto de solidariedade e pesar à família da juíza de Direito. Na nota, os integrantes da câmara lamentam a forma covarde com que a juíza foi assassinada assim como a falta de segurança vivenciada por juízes. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ e da Assessoria de Imprensa do TJ-MT.

Revista Consultor Jurídico, 18 de agosto de 2011, 17h06

Comentários de leitores

1 comentário

Mirando o próprio umbigo

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Nunca ouvi dizer que essa Turma tenha decretado luto quando um advogado é assassinado. Será que os juízes são mais importantes?

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