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Sem escolta

Juíza assassinada dispensou segurança em 2007

A juíza da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo (RJ), Patrcia Acioli, assassinada na noite da quinta-feira (11/7), dispensou a escolta policial que fazia sua segurança em 2007. A informação é do presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos.

Em entrevista coletiva, nesta sexta-feira (12/8), o desembargador afirmou que Patricia nunca quis segurança, apesar de determinação do TJ que a exige, desde 1998. Rebêlo afirmou que é comum que juízes dispensem a segurança reforçada por causa das restrições e incômodos que elas vêm a causar.

O presidente do TJ do Rio afirmou que o crime não passará impune. Para ele, encontrar e condenar os responsáveis é “uma questão de honra do Tribunal”. O governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, anunciou que vai designar uma força-tarefa na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo para apurar o caso.

Cabral disse acreditar que o caso se trata de retaliação. Então, a força-tarefa vai atuar em São Gonçalo para evitar que crimes do tipo se repitam. “Isso é um desafio à ordem pública e ao Estado democrático de direito”, declarou. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RJ e da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 12 de agosto de 2011, 16h18

Comentários de leitores

1 comentário

Impunidade

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Se depende do Tribunal de Justiça ou do Governo do Rio, o crime jamais será de fato desvendado, embora amanhã ou depois é provável que estarão acusando alguém, muito provavelmente um inocente. Essa é a regra no Estado do Rio de Janeiro.

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