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Tribunal aberto

Operadores do Direito prestigiam Anuário no Rio

A nata do Judiciário e da advocacia fluminense prestigiou o lançamento do Anuário da Justiça Rio de Janeiro 2010, ocorrido na noite desta terça-feira (14/9), no auditório da Amaerj (Associação dos Magistrados do Rio de Janeiro). Cerca de 200 pessoas compareceram ao evento, que teve a participação do presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Luiz Zveiter, do vice-presidente Antônio Duarte e Azevedo Pinto e do presidente em exercício da Amaerj, juiz Luiz Roberto Ayoub.

Lançamento do Anuário da Justiça Rio de Janeiro - 14/09/2010 - Gilvan Souza

Publicado sob a responsabilidade da revista eletrônica Consultor Jurídico, o Anuário do Rio de Janeiro é o primeiro da série de anuários regionais que vem se juntar ao Anuário da Justiça nacional, que já está em sua quarta edição. Como afirmou em seu discurso de apresentação o diretor da ConJur, Márcio Chaer, o objetivo da publicação é traçar uma radiografia dos principais tribunais do país por meio do perfil dos seus julgadores e da exposição das decisões proferidas. Chaer afirmou também que o Anuário reconhece e estimula as boas práticas administrativas do Judiciário e o desenvolvimento da melhor jurisprudência.

Lançamento do Anuário da Justiça RIo de Janeiro - 14/09/2010 - Gilvan Souza

Entre os presentes ao evento estavam o ex-presidente do TJ-RJ, desembargador aposentado Miguel Pachá, os advogados Sérgio Tostes, Décio Freire e Luiz Guilherme Vieira, o diretor da Escola da Magistratura do Rio de Janeiro, desembargador Manoel Alberto, a secretária-geral da Amaerj, juíza Márcia Cunha. Durante o lançamento enviaram cumprimentos e felicitações o governador do estado, Sérgio Cabral; o prefeito Eduardo Paes; os ministros oriundos do Rio de Janeiro, Marco Aurélio, do STF; e do STJ: Benedito Gonçalves, Luiz Felipe Salomão e Luiz Fux; bem como o presidente do Instituto dos Advogados do Brasil, Fernando Fragoso; e Paulo Cesar Negrão, chefe da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional no Rio.

Em sua fala, o presidente Luiz Zveiter elogiou a iniciativa do Anuário, "que significa uma oportunidade para levar à sociedade informações objetivas e fidedignas do Judiciário que contam com a credibilidade do site Consultor Jurídico". O presidente do TJ afirmou que o Anuário acertou ao apontar o Tribunal fluminense como o mais rápido do país, ainda que a constatação possa gerar ciúmes em outros estados. Zveiter fez a sugestão para que, em sua próxima edição, o Anuário faça uma avaliação sobre a qualidade do atendimento que os desembargadores dispensam aos advogados. A plateia aplaudiu a sugestão.

O desembargador André Gustavo Correa de Andrade elogiou o Anuário ao dizer que ele permitirá uma opinião mais realista dos magistrados. "A publicação apresenta uma face mais humana do Poder Judiciário para seus jurisdicionados, que são de carne e osso", disse. Sobre o trabalho do juiz, ele afirma: "a Súmula Vinculante poupa o trabalho do magistrado, mas impede uma solução mais adequada para o caso concreto".

O colega Ricardo Couto também apreciou o Anuário da Justiça, e afirmou que ele colabora para a transparência do Poder Judiciário. "É muito importante conhecer o nosso trabalho, porque a revista está divulgando uma situação que realmente acontece", disse o desembargador Paulo Maurício.

Para o advogado Sérgio Tostes, a transparência que propõe o Anuário poderá revelar ainda o bom e o mau juiz. "O Anuário permite a transparência do Judiciário assim como é feito nos tribunais superiores. Faz com que o juiz saia do casulo. Tem a função de tirar a grande cortina de quem são os bons e maus juízes", reforça.

Também prestigiaram a cerimônia os advogados Max Fontes, do escritório Fontes, Tarso e Ribeiro Advogados; Otto Eduardo Fonseca de Albuquerque Lobo e Eduardo Jorge, do Motta, Fernandes Rocha Advogados; e ainda Leonardo Pietro Antonelli, do Antonelli Advogados, que patrocinaram a festa de lançamento do Anuário.

O lançamento do Anuário foi notícia no telejornal da Rede Globo RJ TV - 1ª Edição desta quarta-feira (15/9). Assista.

Na solenidade foi feito agradecimento especial aos anunciantes que ajudaram a viabilizar a produção do Anuário e que compareceram ao evento:
Antonelli & Associados
Barbosa Müssnich
Bitencourt & Naves Advogados
Castro, Barros, Sobral, Gomes
Curi Créditos Tributários
Dannemann Advogados
Décio Freire Advogados
Ferro, Castro Neves, Daltro & Gomide
Fichtner, Fichtner, Mannheimer, Horta
Fontes & Tarso Ribeiro
Machado Meyer
Moraes Pitombo Advogados
Motta, Fernandes Rocha
Pinheiro Neto

Veja quem também esteve na festa de lançamento do Anuário da Justiça Rio de Janeiro 2010:

Desembargadores:
Ricardo Bustamante
Marco Aurélio Bellizze
Benedicto Abicair
Luiz Felipe Francisco
Manoel Alberto
Antônio Carlos Amado
Claudio de Mello Tavares
Adilson Vieira Macabu
Mota Filho (aposentado)
Siro Darlan
Nildson Cruz
Norma Suely
Maria Henriqueta Lobo
André Gustavo Andrade
Ricardo Couto
Mauro Dickstein
Antonio José Ferreira
Carlos Santos de Oliveira
Marcus Basílio
Henrique Figueira
Cherubin Helcias
Paulo Maurício Pereira
Cláudia Telles de Menezes

Advogados
Adriana Conrado Zamponi
Adriano Siciliani
Alaor de Lima Filho
Ana Amelia Menna Barreto
Ana Paula Dos Santos Bento
Carlos Roberto de Siqueira Castro
Décio Freire
Eduardo Macedo Leitão
Eliane Leve
Fábio Coutinho Kurtz
Fábio Korenblum
Felipe Deiab
Gabriela Braunstein
Gilberto Fraga
Gustavo De Marchi
Gustavo De Marchi
Henrique Nunes Amarante
Hosana Pereira
Isabel Godoy Seidl
Marcelo dos S. Campos
Marcus Fontes
Maria Alicia Lima
Maurício Jorge Pereira da Mota
Max Fontes
Miguel Pachá
Luciana Gualter Bastos
Luís Guilherme Vieira
Nelson Luiz Pinto
Rodrigo Aranha Camargo
Rodrigo Moura Faria Verdini
Rodrigo Ribeiro
Rui Meier
Sérgio Tostes
Soraia Ghassan Saleh
Tania Pereira
Técio Lins e Silva
Ubirajara Chagas Favilla
Walter Capanema

Revista Consultor Jurídico, 14 de setembro de 2010, 20h59

Comentários de leitores

1 comentário

Zveiter: "quando ajustiça não é CÉLEBRE"

Sunda Hufufuur (Advogado Autônomo)

Zveiter falou que "quando a justiça não é CÉLEBRE" passa a ser injustiça.
.
Podem conferior no vídeo acima. Bem, essa está boa. O presidente do TJ-RJ cometeuum lapso (ou foi ignorância mesmo?). Mas a coisda está engraçada, porque muitos juízes confuidnema celebriodade com justiça, fazendo o que os holofotes recomendam...ahahahaha

Comentários encerrados em 22/09/2010.
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