Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Mãos Limpas

Governador do Amapá ficará preso por mais 5 dias

Para garantir o andamento das investigações da Polícia Federal, o ministro do Superior Tribunal de Justiça João Otávio de Noronha prorrogou a prisão temporária de seis pessoas acusadas de participar de um esquema de desvio de verbas no Amapá, alvo da Operação Mãos Limpas. Com isso, o atual governador do estado, Pedro Paulo Dias, e o ex-governador e candidato ao Senado Antônio Waldez Góes vão ficar mais tempo na cadeia.

O ministro acatou o pedido do Ministério Público Federal, que afirmou que a medida é necessária para que os investigados não comprometam os depoimentos em curso ou o andamento das investigações. Além de Dias e de Góes, permanecerão presos o presidente do Tribunal de Contas do Estado, José Júlio de Miranda Coelho; o ex-secretário de Educação José Adauto Santos Bitencourt; o secretário estadual de Segurança, Aldo Alves Ferreira; e o empresário Alexandre Gomes de Albuquerque.

O ministro, que preside o inquérito em trâmite na Corte Especial do STJ, prorrogou o pedido de prisão temporária por mais cinco dias para preservação dos processos investigatórios. Em relação aos demais envolvidos, determinou a expedição de alvará de soltura para que sejam liberados imediatamente.

Investigações
A Polícia Federal prendeu na última sexta-feira (10/9) 18 pessoas sob a acusação de desvio de recursos públicos do estado e da União. Os envolvidos estão sendo investigados pelos crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, advocacia administrativa (patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública), ocultação de bens e valores, lavagem de dinheiro, fraude em licitações, tráfico de influência, formação de quadrilha, entre outros crimes. Com informações da Coordenadoria de Editoria e Imprensa do STJ.

INQ 681

Revista Consultor Jurídico, 14 de setembro de 2010, 21h42

Comentários de leitores

2 comentários

errata

Sargento Brasil (Policial Militar)

disse prescrição da pena, desculpem, não é do crime.

Prisão de políticos

Sargento Brasil (Policial Militar)

Tá...a Policia Federal prendeu, espero que após provar todos os atos ilícitos, haja condenação, mas, não aquela que pela morosidade chegue até a prescrição do crime, como caminha o caso do Arruda e sua corja e daqueles que mesmo condenados não tiveram até hoje suas candidaturas impugnadas, mesmo mediante o expressivo número de assinaturas, num clamor popular por honestidade em nossa política.

Comentários encerrados em 22/09/2010.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.