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9 setembro 2010
Ficha Limpa
Decisão sobre Roriz não sinaliza posição do Supremo
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, disse que a decisão do ministro Carlos Ayres Britto, de rejeitar a candidatura de Joaquim Roriz (PSC) ao governo do Distrito Federal, com base na Lei da Ficha Limpa, não necessariamente será seguida pelo plenário. “Não é sinalização de nada. É simplesmente a postura do ministro que deu a decisão”, disse o ministro, que participou de evento no Palácio do Planalto. As informações são da Agência Brasil.
Peluso afirmou que o recurso de Roriz, em que questiona a validade da Lei da Ficha Limpa, pode ser analisado ainda antes das eleições. “[Existe] a possibilidade sim. Sem dúvida nenhuma é bem possível que se julgue [em plenário] antes das eleições”, disse.
Ayres Britto rejeitou a reclamação de Roriz contra decisão do Tribunal Superior Eleitoral. O candidato tentou no Supremo cassar a decisão que impediu sua candidatura.
Segundo Ayres Brito, os precedentes citados na Reclamação não se aplicam ao caso. Isso porque não dizem respeito, especificamente, às hipóteses de criação legal de condições de elegibilidade de candidatos a cargos públicos. Tal aspecto é abrangido pela Lei da Ficha Limpa. “O reclamante, ao transcrever trechos isolados de determinados votos plenários, alguns deles vencidos, não conseguiu demonstrar, minimamente que fosse, as supostas violações às nossas decisões plenárias”, observou o ministro em sua decisão. Com informações da Assessoria de Comunicação do STF.
Revista Consultor Jurídico, 9 de setembro de 2010
Comentários
Comentários de leitores: 3 comentários
STF, certamente seguirá e respeitará a sociedade!
DEVERIA
PARA o VÔO da AERONAVE, o IDEAL é o CÉU de BRIGADEIRO!
FAZ-SE a DEMOCRACIA, através de uma LEI que IMPÕE requisitos a TODOS os CIDADÃOS que querem ser POLÍTICOS.
É mister, para o FUTURO de NOSSO PAÍS, que o POLÍTICO ENTENDA, se é que a tanto é capaz, que NÃO DEVERÁ mais DESCONSTITUIRR a ÉTICA.
É necessário que os PRINCÍPIOS do ARTIGO 37 da CONSTITUIÇÃO possam PREVALECER sobre quaisquer outros princípios que possam permitir a DESESTABILIZAÇÃO da nossa REPÚBLICA DEMOCRÁTICA.
O POLÍTICO, ainda que isso só venha a ocorrer na época dos meus NETOS, DEVERÁ entender que NÃO PODE FAZER da POLÍTICO um MEIO de CONTRIBUIR para SI PRÓPRIO, mas DEVERÁ COMPREENDER que estará na POLÍTICA, para EXERCER, numa DEMOCRACIA, a PLENITUDE ÉTICA da REPRESENTAÇÃO DEMOCRÁTICA.
Parabéns, Ministros, pelas DECISÕES, ricas de inteligência e de astúcia, que estão proferindo contra aqueles que o EG. TSE está afastando das arenas políticas, por NÃO ATENDEREM aos REQUISITOS MÍNIMOS, para o EXERCÍCIO da POLÍTICA.
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