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Marília Scriboni
CNJ afasta juiz que fez declarações machistas em sentença
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O único objetivo disso é destruir a família e a representação deve sim ser exigida em caso de lesão corporal leve, principalmente porque não raras vezes é a mulher que provoca a agressão.
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É lamentável que a Justiça esteja sendo usada para fazer feminismo radical. Isso é contra a família.
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A mulher deve ter a oportunidade de refletir depois que os ânimos se acalamarem e decidir se deseja perdoar o seu homem, se gosta ou não gosta e se quer continuar a viver com o sujeito e superar o episódio.
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Essa lei é uma invenção des homossexuais de dentro da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, aprovada no Congresso pelo rolo compressor do Partido das Trevas. Não há nenhuma justiça nisso.
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Seu objetivo é apenas desequilibrar as relações familiares e fazer dos homens verdadeiros bananas dentro de casa.
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A Lei Maria da Penha é gay.
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Eles vão entupir a Polícia e a Justiça com brigas banais de marido e mulher que em sua imensa maioria são perfeitamente superáveis para o casal, no melhor interesse dos filhos.
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Estamos convencidos de que o Governo está fazendo lobby no STJ para manter essa aberração jurídica que não interessa às famílias do Brasil.
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Está na hora da sociedade se organizar para pressionar o STJ a acabar com essa história.
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O Estado já está se metendo demais na família, principalmente com os seus filhos.
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http://eyelegal.orgfre
Do contrário, para quê juízes se temos o CNJ?
Essa medida contra o Juiz Rodrigues partiu da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.
Mas vocês não precisam ficar preocupados, porque daqui a pouco elas começam a se desentender.
No Brasil você tem o direito de pensar o que quiser.
Ao inconformismo da parte o recurso cabível.
Isso é intervenção do Executivo no Judiciário, através do CNJ.
É muito perigoso.
Abraços.
Isso, a ser verídico, é mesmo inadmissível. Fiz lá meus breves comentários.
Ao menos, reconheço que vocês dois, com quem já divergi asperamente antes, têm toda razão em não aceitar abusos e sabem, querendo, manifestar suas razões de modo irrespondível, sem perder a calma e sem apelar para generalizações inúteis.
O momento é grave. Juízes e advogados devem sempre agir com respeito recíproco. Não estamos em lados opostos, se a intenção for cada um cumprir seu papel para alcançar a Justiça.
O advogado peticiona, o juiz decide. As duas atividades são fundamentais, faces da mesma moeda. Pensemos "grande" e dirijamos nossas críticas às causas dos problemas, sem criarmos outros.
Caso contrário, em vez de depurarmos nossas instituições (Judiciário e OAB) expurgando os maus elementos, travaremos uma guerra em que perderemos todos, e a sociedade brasileira, incluindo os cidadãos que somos, cada vez mais desconfiará de quem, na verdade, só quer servi-la.
Abraços a vocês.
Diferentemente do que aconteceu na última vez que conversamos, hoje eu endosso os seus comentários. Infelizmente o CNJ jogou para torcida, foi um absurdo o afastamento do magistrado pela sua posição em relação à malfadada lei Maria da Penha; que na minha opinião é carregada de feminismo e preconceito contra o varão. Um abraço.
Minhas férias de 2009 (e a de muitos juízes paulistas) não foram gozadas NEM INDENIZADAS. O CNJ, que você diz ser corporativo, é o responsável.
Remeto ao CNJ nada menos que cinco relatórios mensais (vara cumulativa). Se faltar um só dado, é procedimento administrativo na certa.
E a pilha de processos espera análise e julgamento.
Espero que você, como bom advogado que é, pare de achar que os juízes são uma casta privilegiada. Já deixaram de ser há muito tempo, ao menos na Justiça Estadual. Hoje, somos a vitrine da vez.
Boa noite.
Ela serve para o advogado apontar falhas e fazer críticas justas, na defesa de seu cliente e de modo respeitoso. Não serve para estimular a baixaria, a provocação, a falta de respeito. Advogado não pode ofender a pessoa do juiz, assim como juiz não pode ofender a pessoa do advogado.
Concorda?
Comentários encerrados em 17/11/2010
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