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Marília Scriboni
Juiz maranhense é afastado por julgar processo patrocinado por ex-genro
E, reiteranto, o tal bestarel autônomo,pelas suas abjetas manifestações e arrotos, encarna ser algum pau-mandado, ou até mesmo o próprio "julgador" recalcado, subserviente ao sórdido manto da vilania . Juízo bestarel autônomo Cassio Novaes, muito juízo!!!
Eu, eu mesmo, cuncorda cum sinhô.
O senhor CAREDITA mesmo que as corregedorias locais fazem um BOM trabalho?
O senhor já entrou com alguma representação em alguma corregedoria para apuração de irregularidade praticada por algum magistrado?
Se tivesse entrado com a dita denúncia, saberia que EM REGRA corregedoria e nada é a mesma coisa. Portanto o CNJ pode cometer erros. Mas tem acertado muiiiiiito mais...
Parabéns ao CNJ.
Aliás o CNJ é um exemplo para o CNMP. Se o CNMP fosse 10% do que é o CNJ seria ótimo.
O senhor CAREDITA mesmo que as corregedorias locais fazem um BOM trabalho?
O senhor já entrou com alguma representação em alguma corregedoria para apuração de irregularidade praticada por algum magistrado?
Se tivesse entrado com a dita denúncia, saberia que EM REGRA corregedoria e nada é a mesma coisa. Portanto o CNJ pode cometer erros. Mas tem acertado muiiiiiito mais...
Parabéns ao CNJ.
Aliás o CNJ é um exemplo para o CNMP. Se o CNMP fosse 10% do que é o CNJ seria ótimo.
O órgão fora criado para servir de gerência administrativa, principalmente a financeira, mas tem se demonstrado parcial à punibilidade dos juízes.
O ato de afastar um juiz é ato de exceção, portanto, deve o CNJ ter cautela para que, vindo ser absolvido, não macule a imagem do nobre magistrado, o que certamente ocorreria, ainda que inocentado.
Espero que esse circo midiático, e portanto, armado cesse com o novo presidente do STF, juiz de carreira, Cézar Peluso.
Por fim, vi um comentário do "professor", aqui neste site, no qual ele alerta ao fato de o Poder Judiciário está se tornando cada vez mais político, com indicações da OAB, do MP, da Câmera, do Senado, e até mesmo uma Secretaria de Reforma vinculada ao Executivo Federal. Enquanto ouver essa ingerências, os magistrados serão tratados com essa excrescência pública, que mais vale aos interesses dos advogados, que tentam a todo o custo, serem tratados com autoridade e temor.
O magistrado para ser independente, deve ser tratado com respeito e mais discrição nas "punições".
Comentários encerrados em 18/03/2010
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