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9 março 2010

Novo biênio

Supremo elege nova presidência nesta quarta-feira

O Supremo Tribunal Federal elege, nesta quarta-feira (10/3), a nova presidência que fica no cargo por dois anos. Pela sucessão, o próximo presidente será o ministro Cezar Peluso e o vice, Ayres Britto, escolhidos pelo critério de antiguidade. A solenidade de posse está marcada para o próximo dia 23 de abril. O quórum para que seja feito o pleito é de oito ministros. Caso esse número não seja alcançado, será designada sessão extraordinária.

Plenário completo - STF

O presidente do Supremo tem entre as atribuições representar a Corte perante os demais poderes e autoridades, decidir questões de ordem, convocar audiências públicas, apresentar relatórios sobre o trabalho da Corte e velar pelas prerrogativas do tribunal. De acordo com o Regimento interno do STF, o vice-presidente substitui o presidente nas licenças, ausências e impedimentos eventuais. Em caso de vaga, o vice assume a presidência até a posse do novo titular.

A Corte
O Supremo Tribunal Federal é composto por 11 ministros, brasileiros natos escolhidos dentre cidadãos com mais de 35 anos e menos de 65 anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada. Os ministros são nomeados pelo presidente da República, após aprovação, por maioria absoluta do Senado.

Cada uma das duas Turmas no STF é constituída por cinco ministros e presidida pelo mais antigo dentre seus membros, por um período de um ano, vedada a recondução, até que todos os seus integrantes tenham exercido a Presidência, observada a ordem decrescente de antiguidade. Com informações da Assessoria de Imprensa do Supremo Tribunal Federal.

Foto: Assessoria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal

Revista Consultor Jurídico, 9 de março de 2010

Comentários

Comentários de leitores: 4 comentários

10/03/2010 02:19 dinarte bonetti (Bacharel - Tributária)
polêmico.
Tudo o que se espera de um presidente do Supremo é que não seja polêmico, mas sim uma instituição, uma perenidade, um lastro, uma referencia.
O ministro Gilmar Mendes não se pautou por essa conduta. E seu lance mais polemico foi a libertação de um outro polemico cidadão brasileiro, em dois céleres HCs, distanciando-se de uma sumula do próprio Supremo. E sua incontrolável vocação a comentar materias em julgamento pelo supremo, antes da decisão. A falta de formação de juiz em sua biografia (passou de advogado geral da União diretamente ao Supremo), gerou muitas dessas suas caracteristicas pessoais, que superaram a necessidade de um presidente do Supremo inspirar confiança, estabilidade e seguranã jurídica.
E o espirito de corporação que prevalece no Supremo, acabou por passar a essa Egrégia Casa a mesma pecha.
Para bem ou para o mal do país, termina aqui uma fase do amadurecimento da democracia pátria.
10/03/2010 01:03 Winston Smith (Advogado Autônomo - Civil)
Até que enfim! Não há mal que dure para sempre...
CONCORDO PLENAMENTE.
9/03/2010 20:43 Armando do Prado (Professor)
Aleluia
Até que enfim! Não há mal que dure para sempre...

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