RSS Feed
Adicione o feed em seus favoritos.
Acompanhe o lançamento de cada notícia.
http://conjur.com.br/rss.xml
Colunistas
Domingo
Arnaldo Sampaio de Moraes Godoy
Vladimir Passos de FreitasSegunda-feira
Robson Pereira
Raul Haidar
Marília ScriboniTerça-feira
Pierpaolo Bottini
Aline Pinheiro
Marília ScriboniQuarta-feira
Roberto Duque Estrada, Igor Mauler Santiago, Gustavo Brigagão, Heleno Torres
Carlos CostaQuinta-feira
Luiz Flávio Gomes
Antenor Madruga
Alexandre Atheniense
Senso IncomumSexta-feira
Direito & Literatura
Ideias do MilênioSábado
Marília Scriboni
O Exame da OAB é inconveniente, mas não inconstitucional
Invistam na formação, fiscalizem, cobrem resultados, das inúmeras faculdades existentes.
Agora, convenhamos, ficar impossibilitado de exercer a profissão após aprovação no curso, é no mínimo um abuso.
Já falei e confirmo: o bom profissional é aquele que NO EXERCÍCIO da profissão se destaca dos demais.
Mais uma vez faço a sugestão: querem aplicar o exame? Pois bem, que o façam avaliando a área escolhida pelo candidato.
Particularmente, odeio direito trabalhista e previdenciário.Adoro direito administrativo, urbanístico e ambiental. É a área que trabalho e dou o meu melhor. Se bem sucedida, serei procurada.Isso é a livre concorrência, ou seja, não vou me dedicar as áreas do direito que não gosto e, tampouco, me submeter a qualquer tipo de avaliação por classe alguma.
A minha submissão, está diretamente condicionada ao meu desempenho como profissional.
Não só é inconveniente, é abusivo e imoral.
Seria o mesmo que se achar que para ser agente de policia ou delegado bastaria fazer curso por correspondëncia e depois poderia exercer a funçáo, ainda que o cidadáo o escolhesse e neste caso recebesse do cliente ou do Estado.
Ou seja, náo se discute se o Exame avalia, ou náo. Mas se é constitucional, ou náo. A Constituiçáo disse que cabe à Lei decidir, logo a única forma é revogar a lei. Mas, isso a OAB náo deve permitir, afinal o Exame da OAB é bom para a sociedade, fiz o mesmo e fui aprovada.
Muito interessante, pois o óbvio choca a dogmática do Direito (faculdades de Direito não formam advogados, mas apenas bacharéis em Direito). Isto é uma realidade, mas quem estuda passa no Exame da OAB.
Este artigo me decepcionou, especialmente porque foi escrito por um promotor, concursado.
No entanto, existe muita gente q não acha. Vamos defender então o exame de ordem para todos: os recém-formados e os veteranos que não fizeram exame da OAB ou q fizeram de forma diferente da q é feita hoje.
Gostaria muito de ver como os veteranos se sairiam no exame atual da OAB.
Assim, terá o nobre promotor, cumprido o seu dever legal de fazer valer o que determina a Constituição Federal.
Assim, terá o nobre promotor, cumprido o seu dever legal de fazer valer o que determina a nossa Constituição Federal.
Assim, terá o nobre promotor, cumprido o seu dever legal de fazer valer o que determina a nossa Constituição Federal.
Vejo-o como instrumento de exclusão de uma enorme parcela de profissionais ao mercado de trabalho, isso não engrandece em nada a nossa Ordem. Sempre digo que se algo anda ruim no ensino superior e especificamente no ensino jurídico, que o MEC faça seu trabalho, fiscalize e homologue melhor, agora responsabilizar os egressos pela pseuda má qualidade do ensino é balela e falácia. Entendo que não possa haver ensino ruim, pois os professores da IES, em sua maioria são oriundos da OAB, portanto não cabível essas premissas de que os egressos são analfabetos jurídicos como falam alguns da ordem.
O problema está na base do ensino, o Estado sabe disso, a OAB também, punir os egressos com o exame, que manipulável a cada edição, promove sempre maior índice de reprovação, sempre festejado pela ordem. Mesmo que o ensino estivesse de má qualidade, dito pelo Estado, utilizando-se de instrumentos de medidas confiáveis, e que o remédio fosse um exame, teria que ser aplicado pelo Estado, a cada semestre ou a cada final de ano letivo, cujo somatório dos resultados habilitaria o egresso ao termino do curso, com sua aprovação, realizar sua inscrição na Ordem, sem necessidade de mais um exame, que na verdade não capacita nem avalia. É só uma questão de ponto de vista social, o que está ocorrendo é a verdadeira exclusão acintosa de uma parcela da sociedade do mercado de trabalho, só. Haverá sempre o bom, o ótimo e o excelente, em qualquer segmento.
Vejo-o como instrumento de exclusão de uma enorme parcela de profissionais ao mercado de trabalho, isso não engrandece em nada a nossa Ordem. Sempre digo que se algo anda ruim no ensino superior e especificamente no ensino jurídico, que o MEC faça seu trabalho, fiscalize e homologue melhor, agora responsabilizar os egressos pela pseuda má qualidade do ensino é balela e falácia. Entendo que não possa haver ensino ruim, pois os professores da IES, em sua maioria são oriundos da OAB, portanto não cabível essas premissas de que os egressos são analfabetos jurídicos como falam alguns da ordem.
O problema está na base do ensino, o Estado sabe disso, a OAB também, punir os egressos com o exame, que manipulável a cada edição, promove sempre maior índice de reprovação, sempre festejado pela ordem. Mesmo que o ensino estivesse de má qualidade, dito pelo Estado, utilizando-se de instrumentos de medidas confiáveis, e que o remédio fosse um exame, teria que ser aplicado pelo Estado, a cada semestre ou a cada final de ano letivo, cujo somatório dos resultados habilitaria o egresso ao termino do curso, com sua aprovação, realizar sua inscrição na Ordem, sem necessidade de mais um exame, que na verdade não capacita nem avalia. É só uma questão de ponto de vista social, o que está ocorrendo é a verdadeira exclusão acintosa de uma parcela da sociedade do mercado de trabalho, só. Haverá sempre o bom, o ótimo e o excelente, em qualquer segmente.
Comentários encerrados em 14/03/2010
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.