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Nova cara

Jovens mudam perfil da Polícia Civil do Rio

O portal G1 informou que jovens de classe média alta vem mudando a cara da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Com a abertura de concurso para preencher os quadros de investigadores e delegados, a instituição vem atraindo jovens com boa formação acadêmica e um entusiasmo que há muito não se via nos corredores das delegacias.

De acordo com a delegada Fabíola Willis, a mudança coincide com a proposta de melhor atendimento ao cidadão. Pois, além de ser uma oportunidade para entrar no mercado de trabalho e garantir estabilidade de emprego, apresenta uma proposta com um foco mais humanista.

Médicos, dentistas e advogados são alguns exemplos dessa nova geração de “tiras”. Os novos policiais trabalham focados de na aproximação com a sociedade e cientes de que são prestadores de serviço e de que precisam conquistar a confiança das pessoas.

“Quem entra para a polícia hoje é um profissional que não tem uma visão apenas operacional. É um pessoal que está ligado com o mundo, tem interesse em fazer uma pós, um mestrado, em viajar e se atualizar sobre tudo”, garante Fabíola.

“Bons policiais nós sempre tivemos. Mas o perfil está mudando para melhor. Hoje, o trabalho tem mais foco em investigações que apostam na inteligência. É uma polícia mais eficiente, que apresenta resultados. É preciso, no entanto, não esquecer da valorização da carreira. É preciso pagar bem para selecionar bem”, declara o juiz federal William Douglas.

Um dos alvos da nova filosofia é o programa da Delegacia de Dedicação ao Cidadão (Dedic), que já foi implantado em oito unidades. A proposta é atender a população em casa. Para isso, a pessoa pode procurar uma delegacia perto de seu domicílio, ligar ou acessar o site para agendar uma hora com os agentes.

Revista Consultor Jurídico, 26 de maio de 2010, 14h27

Comentários de leitores

1 comentário

A ESPERANÇA É A ULTIMA QUE MORRE

w (Advogado Autônomo)

GOSTARIA DE PODER ESTAR VIVO PARA VER MUDAR O PERFIL DA POLICIA BRASILEIRA. NOSSA POLICIA, SALVO RARISSIMAS EXCEÇOES SÃO DA VELHA ESCOLA, ERIGIDA SOB O TACÃO DO ESTADO NOVO, E POSTERIORMENTE O DA DITADURA MILITAR, NOS QUAIS, MUITO MAIS QUE SUA FUNÇÃO JUDICIÁRIA ELA SE TORNOU O "BATE PAU" DE QUEM DETINHA O PODER POLITICO, UM ORGANISMO PARA A "CAÇA AS BRUXAS" NO QUAL O VALOR DO POLICIAL ESTAVA INTRINSECAMENTE RELACIONADO A QUANTA MALDADE ELE PUDESSE PERPETRAR (EX. DEL. FLEURI, OS HOMENS DE OURO DA INVERNADA DE OLARIA, SCUDERIE LE COCQ, ESQUADRÃO DA MORTE, ETC)
DESTA ORIGEM TEMOS, AINDA HOJE, UMA POLICIA QUE NÃO VE NO CIDADÃO COMUM QUALQUER MOTIVAÇÃO AO RESPEITO, QUE JULGA A TODOS COMO CULPADOS E, COMUMENTE NÃO SE VALE DE INVESTIGAÇÃOE E DE INTELIGENCIA PARA APONTAR O CULPADO, MAS AINDA SE VALE DO SUPLÍCIO NAS MASMORRAS PARA OBTER CONFISSÕES. QUE NÃO ENTENDE QUE SÃO ORDINARIAMENTE FUNCIONÁRIOS PUBLICOS COM UMA FUNÇÃO ABSOLUTAMWENTE RELEVANTE, DELEGADA PELO ENTE ESTATAL, PARA QUE MANTENHA O EQUILIBRIO NA SOCIEDADE ORNGANIZADA, EM TROCA DOS VENCIMENTOS QUE ESTA MESMA SOCIEDADE LHE PROVE. SERVIR E PROTEGER DEVERIA SER A UNICA E VERDADEIRA FUNÇÃO DA "LATA E DO CANHÃO".
MAS NÃO DEIXA DE SER ALVISSARAS A MATÉRIAS VEICULADA, QUE SE MUDE A NOSSA POLICIA PARA MELHOR.
WILLIAM

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