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9 junho 2010
Execução eletrônica
TJ-RJ e prefeitura vão tentar aumentar arrecadação
O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Luiz Zveiter, e o prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, assinaram um convênio de cooperação técnica e material para a implantação dos serviços de execução eletrônica da dívida ativa municipal. O objetivo é tornar a prestação jurisdicional mais eficiente e aumentar a arrecadação do município. Atualmente, a 12ª Vara da Fazenda Pública, responsável pelas execuções fiscais referentes à cobrança de impostos municipais como IPTU e ISS, tem um acervo de cerca de 900 mil ações em andamento.
A solenidade, que aconteceu no TJ do Rio, contou com a presença do procurador-geral do Município do Rio, Fernando Dionísio; do 1º vice-presidente do TJ-RJ, desembargador Antonio Eduardo Ferreira Duarte; do 3º vice-presidente e corregedor-geral da Justiça em exercício, desembargador Antonio José Azevedo Pinto; e do diretor-geral da Escola da Magistratura do Estado do Rio, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos; entre outras autoridades.
O prefeito ressaltou a importância do convênio para agilizar o andamento das execuções fiscais nas varas de Fazenda Pública. “As execuções fiscais são uma fonte de arrecadação importante para o município. Em 2009, a arrecadação com esses tributos chegou a R$ 300 bilhões. Com o aprimoramento das formas de cobrança, o objetivo é que haja um aumento de 40% este ano, com arrecadação de R$ 400 bilhões”, disse.
Em seu discurso, o presidente do TJ do Rio ressaltou que o convênio vai agilizar o trabalho no cartório da 12ª Vara da Fazenda Pública porque todos os processos serão digitalizados. Além disso, o desembargador também destacou que a medida vai proporcionar que a arrecadação das execuções fiscais seja repassada para o município e utilizada em obras públicas para melhor servir a população.
“Com o aumento da arrecadação de tributos, será possível viabilizar projetos de importância social e tornar a cidade do Rio um lugar ainda mais aprazível. A maior eficácia na cobrança dos impostos fará com que os maus pagadores tenham que honrar seus compromissos”, disse Zveiter. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ do Rio
Revista Consultor Jurídico, 9 de junho de 2010
Comentários
Comentários de leitores: 3 comentários
A CEGUEIRA DE QUEM DETÉM O PODER
O judiciário é a ultima chance do cidadão, é quando todos os outros poderes falharam ele aparece com sua balança para equilibrar as coisas, mas e agora a balança do judiciário já vem pendente pra um lado, sobre a cegueira nem posso falar, pois justiça sempre foi cega mesmo.
CONVÊNIO COM O JURISDICIONADO
LIGA NÃO CONTRIBUINTE CARIOCA...
DOSSIÊ LAMSA-MPERJ
http://www.orkut.com.br/
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http://www.cvm.gov.br/port/desc
*
http://sites.google.com/site/arrudafi
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