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Marília Scriboni
MP atropela processo legislativo e intervém em políticas públicas
O que falta é exigir que as Audiëncias Públicas sejam realizadas, ao menos, uma vez por ano para que a Comunidade seja ouvida e estabeleça prioridades.
Principalmente o MPF é muito distante da populaçáo e náo conhece as suas prioridades.
quanto à necessidade de transparência, concordo com a advogada Carmen. o cidadão em geral é o patrão de todo agente público e tem todo o direito de saber como funciona a instituição, em quais áreas atua, a sua produção, resultados práticos, comprometimento com o serviço público, etc.etc.
especificamente com relação ao problema das enchentes, há várias ações civis públicas [ambientais e urbanísticas] em andamento, principalmente na capital, questionando a ocupação irregular de várzeas, dos mananciais e, o mais importante, a inércia do poder público. é importante que os cidadãos saibam que, em muitos casos, as invasões dessas áreas são incitadas por líderes comunitários, aspirantes à política, etc., com o propósito de angariar a simpatia da camada menos favorecida da população, que, sem lugar para viver dignamente, ocupa essas áreas de risco.
o mais grave é que a tramitação destas ações é lenta, diante da dificuldade de citar os moradores dessas áreas, que vivem se transferindo de endereço. lembro-me de ter lido um processo em que havia pouco mais de cinco barracos no início da invasão e, quando o oficial de justiça foi ao local para citar os seus moradores, outros duzentos barracos surgiram do nada. em pouco tempo, havia milhares de moradores no local, sem que o poder público nada fizesse para conter o processo de ocupação irregular do manancial, só restando, assim, à vista da teoria do 'fato consumado', a opção de urbanizar da área, como tem sido feito atualmente em determinados locais.
Qualquer tipo de ação que afete os detentores do poder ou grandes empresas (nos dois casos, grandes advogados) é logo lembrado como ataque à livre iniciativa (da propaganda que confunde e não informa) ou na discricionariedade do administrador (que prefere aplicar em verbas de publicidade do que medidas mais práticas e necessárias).
E não se ilusa, não é o CNMP que vai resolver isso, mas a mudança de mentalidade de todos, do MP e de seus críticos.
Os magistrados e tribunais do país têm efetivo controle de sua atuação pelo Conselho Noacional de Justiça, com auditorias, relatórios de produtividade.
E o Conselho Nacional do Ministério Público, quando fiscalizará a atuação dos membros do MP, como faz o CNJ com a magistratura?
Em nome do interesse público, a transparência é sempre bem vinda.
se faz é atavismo.
e ainda tem que aguentar uns comentários aí que 'dispensam comentários'... troque o disco professor, não criaram o CNMP para este fim?
pelo menos, nesta reportagem, o conjur não foi tendencioso.
agora, é lastimável a reportagem abaixo, sobre o procurador que teve um surto psicótico.
certamente não existem jornalistas, advogados, estudantes, professores, etc., com problemas de saúde mental... é uma afronta à dignidade humana...
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FACTOIDE DOS MAIA - PAES AUTORIZA TERCEIRO PEDAGIO EM AVENIDA
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Projeto atingirá regiões administrativas, Campo Grande, Guaratiba e da Barra da Tijuca
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PREOCUPE-SE PEDAGIO URBANO CRIA JURISPRUDENCIA NO RJ CONIVENCIA DO MP-RJ, BREVE TOMARÁ O PAÍS!
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http://sites.google.com
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Após LAMSA, CATONHO, AMERICAS, AVENIDAS Lagoa-Joá-Barra, Via Light, Linha Vermelha, Elevado Rebouças vão ter pedágio
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DEM-OAS caixa 2 ou doação de campanha
Metrô Rio é OAS, cujo diretor é Carlos Laranjeiras, órgão fiscalizador dessa concessão e da OAS-LAMSA é Agetransp, cujo diretor é Luiz Laranjeiras
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Coincidências a parte, parecer do Procurador da ao usuário PEDAGIO LAMSA mesmo direito de PROCON e falar de atendimento diferenciado
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EXEMPLO
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1-Apenas 20% dos usuários da LINHA AMARELA paga pedágio, 80% trafega diariamente de graça
2-Pagantes ficam prejudicados por engarrafamentos diariamente
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PROCON JÁ !
http://www.agetransp.rj.gov.br/
O que falta é exigir que as Audiëncias Públicas sejam realizadas, ao menos, uma vez por ano para que a Comunidade seja ouvida e estabeleça prioridades.
Principalmente o MPF é muito distante da populaçáo e náo conhece as suas prioridades.
Em São Paulo temos o vergonhoso problema das enchentes, com mortes, desabrigados, paralisação das vias e rodovias.
E a população paulista, atônita, não sabe mais o que fazer em dia de chuva.
E o MP?
Há, ainda, outra situações emergenciais além das enchentes, que devem merecer a atenção do MP.
Comentários encerrados em 7/02/2010
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