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Marília Scriboni
Pretexto de insegurança jurídica é usado para minar acesso à Justiça
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Eu sempre achei que a insegurança jurídica deveria acabar junto com a justiça e que ninguém mais justo do que os sovietes e o MST.
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Sou favorável a eliminar o sistema recursal e inclusive o contraditório. Afinal, se o sujeito passou num concurso para juiz, já atestou um conhecimento absoluto que o coloca acima da queda adâmica. Ora, se Deus é um grande juiz, um grande juiz também é Deus.
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Desse modo, para a sentença bastaria uma petição contendo apenas o pedido (nada de fundamentos jurídicos que já sabemos que o juiz não lerá porque ele tem mais o que fazer e é falta de respeito incomodá-lo).
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A única exceção seriam os casos em que atua o MP, pois, afinal, sendo "fiscal da lei", significa que o que ele diga será o espelho da lei. Ora, sendo a palavra da lei não necessitamos de juiz, pois, seria "bis in idem " judicial.
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Assim, ficaria desse modo: petição chega e juiz sentencia; nos casos em que atua o MP, petição chega, manda para o MP e MP sentencia. Isso tudo somente até acabar "essa história de justiça" e os comissários do povo assumirem isso, um para cada rua da cidade.
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O Ministro Joaquim Barbosa, que escuta o povo nas ruas, poderia ser eleito Ministro do STC (Supremo Tribunal Comissariado).
Para acabar com esta indústria é preciso cobrar custas ao final do processo (dispensa no início, mas cobra no final de quem perdeu),pois não estaria impedindo o acesso.
abs
Comentários encerrados em 6/03/2010
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