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Marília Scriboni
Projeto libera porte de arma para oficial de Justiça e defensor público
CASO ASSIM NÃO9 SEJA, SERA UM CAOS POIS ARMA DE FOGO É PARA QUE SAIBA MANEJA-LA, BEM POUCOS.
ACREDITO QUE AO PASSAR NOS EXAME PSICOLÓGICO MUITOS SERAM REPROVADOS.
POR OUTRO LADO POVO DESARMADO O PODER PERPETUA.
ACORDA BRASIL.
Ambas as formas estão corretas. E, tal qual você, uso RISCO DE VIDA. O que acontece é que, de tempos em tempos, alguém decide reinventar o idioma e começa a apontar o dedo em riste dizendo que "isso é certo, aquilo é errado": o Português não se resume a uma questão de "certo" ou "errado". Sempre usei - e sempre usarei - a expressão RISCO DE VIDA, que é a forma elíptica de RISCO DE [PERDER A] VIDA. 'Elipse', segundo o Houaiss é "num enunciado, supressão de um termo que pode ser facilmente subentendido pelo contexto linguístico ou pela situação". Há um evidente intento oculto nessa forma que você e eu preferimos e que é perfeitamente compreensível para os lusófonos. Contudo, de uns tempos para cá, alguns manuais de redação, sobretudo aqueles dirigidos à imprensa, resolveram "achar" que: "RISCO DE VIDA - não existe risco de ficar vivo, logo está errado"; "RISCO DE MORTE - esse é o verdadeiro risco, logo está certo". Rudimentarmente explicando é essa a forma como alguns raciocinam. Isso torna a língua cada vez mais burra, mais pobre e, pior, tenta esfarinhar conceitos consagrados em nosso idioma, rico em nuanças, com pobreza de ideias, pois até no Português existem ditadores. Não é seu caso, pois compreendo sua revolta contra esse modismo tolo que se abateu sobre o idioma - esse modismo e tantos outros, nobre colega. Portanto, em conclusão, sem ter o intento de ser o dono da razão, afirmo: a) a forma elíptica RISCO DE VIDA, clássica e consagrada em nosso idioma está corretíssima; e a usarei até morrer; b) RISCO DE MORTE também é forma correta, mas é pretensiosa, pois contém em seu bojo uma aleijã justificativa de uso em contraposição a RISCO DE VIDA, além de empobrecer significativamente nossa tão chicoteada língua. Abraços!
Ora, guarda(vigia) residencial também corre risco de MORTE.
Motorista de taxi também.
Mototaxista também.
Vendedora da Avon também.
E os advogados privados também.
Os dignos Defensores não têm culpa alguma da lei ter sido feita da forma que foi, porém eles sabem que todos somos iguais perante a lei e,portanto, pelo princípio da igualdade constitucional, sancionada a lei, todos terão direito ao porte de arma.
VINÍCIUS
63-9999-7700
É "risco de vida", nunca "risco de morte".
A vida é o bem que pode ser submetido a riscos. A morte não, ela é definitiva, sua condição não pode ser alterada.
Que no rádio e na televisão sejam ditas bobagens assim, paciência, mas são leigos.
Num ambiente jurídico, foro de discussões de elevado nível (embora a classe dos advogados esteja cada vez pior sob vários aspectos) como o Conjur, isso é inadmissível.
Realmente em breve vão querer criar delegacias especializadas em prender pobres e comandadas por defensores públicos.
A menina quando dorme, poe a mão no coração...
Autor:Domínio público
Esculhambdor:Eu
A respeito do tema específico, porte ou não de armas, não acredito alguém esteja mais seguro portando armas mas, aos meus olhos, esta opção deve ser feita pelo próprio cidadão. Logo, não sou contra ao porte de arma, sou contra ao porte irresponsável. Com responsabilidade qualquer direito pode ser exercido.
Atenciosamente,
Até mais.
Não porque tivesse mais olhos do que eu
O louco viu o que eu não vi
Porque o louco enxerga no escuro.
O louco ouviu vozes e sussuros
E também gritos aterrorizantes
Mas eu estava numa festa com música estridente
E o que o louco ouviu eu não ouvi.
Um dia numa estrada de terra deserta
A chuva caia e o frio cortava
E o louco estava ali sentado e sozinho
Só eu no mundo é que vi o louco
Mas o louco não me viu.
Autor do poema: o próprio Rodolpho
Não porque tivesse mais olhos do que eu
O louco viu o que eu não vi
Porque o louco enxerga no escuro.
O louco ouviu vozes e sussuros
E também gritos aterrorizantes
Mas eu estava numa festa com música estridente
E o que o louco ouviu eu não ouvi.
Um dia numa estrada de terra deserta
A chuva caia e o frio cortava
E o louco estava ali sentado e sozinho
Só eu no mundo é que vi o louco
Mas o louco não me viu.
Ora, os bandidos são bonzinhos e não vão atacar quem os defende...........
Ademais, seria uma desigualdade absurda os Defensores Públicos terem porte de arma de fogo e os advogados privados não.
Aliás, isto comprova esta esquizofrenia em que Estado Acusa e Estado defende. Só no Brasil mesmo !!!!
Comentários encerrados em 2/03/2010
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