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SEGUNDA LEITURA

O dever de educar é dos pais e não da escola

Comentários de leitores

6 comentários

Excelente artigo

Olympio B. dos S. Neto (Advogado Autônomo)

Também concordo com o articulista os pais tem o dever de educar e não podem depositar uma criança na escola e esperar que esta substitua o seu papel. Se os pais estivessem mais conscientes de seu papéis talvez estivéssemos vivendo em uma sociedade muito melhor.

A escola derrapou feio na Lei

Ramiro. (Advogado Autônomo)

É função dos pais educar, mas a escola derrapou feio. deixo de graça para os pais dos alunos, se lerem este espaço, acórdão para levar o processo ao STJ pela divergência jurisprudencial, visto ser acórdão do TJRS, basta o cotejo analítico e sobe nem que seja no agravo. Não é violando a lei que se resolve o problema.
REEXAME NECESSÁRIO, SÉTIMA CÂMARA CÍVEL
Nº 70025142720, COMARCA DE OSÓRIO
"Trata-se de reexame necessário apresentado pela Juíza de Direito da Vara da Infância e Juventude da Comarca de Osório, relativamente à sentença que, nos autos do mandado de segurança impetrado por Rafael G. B., representado por sua genitora Simone S. G., contra ato praticado pelo Diretor da Escola Estadual de Ensino Médio Albatroz, concedeu a segurança, a fim de anular o ato de expulsão do impetrante e determinar à autoridade coatora que providencie meios para que este conclua a 1ª série do Ensino Médio.
(...)Na inicial, alegou o impetrante que foi aluno da Escola Albatroz até outubro de 2007, quando foi expulso por ter discutido com o professor de matemática dentro da sala de aula. Sustenta ter sido injusta a expulsão, visto que procedida sem que fosse possibilitada a ampla defesa e sem instauração de procedimento administrativo competente. Aduziu que, em razão da expulsão, está impedido de freqüentar a escola,"
(...)O Ministério Público manifestou-se pela concessão da segurança.
Sobreveio sentença, concedendo em parte a segurança, para anular o ato de expulsão do impetrante e determinar à autoridade coatora que providenciasse meios de proporcionar ao adolescente a conclusão da 1ª série do Ensino Médio.(...)"
Uma pergunta, o Ministério Público do RS opinou por meio de um idiota? Provas muito mais robustas, expulsão anulada.

Brilhante artigo

Le Roy Soleil (Outros)

Concordo "in totum" com a didática manifestação do Dr. Vladimir. Os primeiros professores são os pais. A eles incumbe ensinar os valores elementares da vida, o que é certo, o que é errado, o respeito ao próximo, enfim, cabe aos pais preparar a criança para o mundo fora de casa. À escola incumbe complementar e reforçar esses ensinamentos, além de a eles agregar o conhecimento científico. Portanto, quando uma criança chega à escola, presume-se que já está devidamente "socializada", ou seja, preparada para a convivência com seus semelhantes, e que tenha um mínimo de discernimento acerca do que é certo ou errado.

Metaformose ambulante

Chico Bueno (Advogado Autônomo - Civil)

A transformação por que passa a sociedade tem levado o ser humano à deformação. Por isso, não há dúvida de que a formação dos filhos é responsabilidade dos pais. À escola cabe apenas a informação.

Egoismo

Carmen Patrícia C. Nogueira (Advogado Autônomo)

Sem deixar de parabenizar o excelente artigo, apenas quero manifestar minha opinião:
Ao ver as coisas erradas, vamos até à origem do mal, que é o egoismo.
a) Egoismo dos pais, que só se preocupam consigo mesmos e não olham para os filhos, não têm amor para eles;
b) Egoismo de maus governantes, que não investem num ensino público de qualidade.
Como ensina a milenar sabedoria judaíca, a origem de todo o mal começa no egoismo.

É preciso reaver o exame da OAB urgentemente!

Chiquinho (Estudante de Direito)

Presidente Ophir Cavalcante:
Já que houve essa polêmica em torno de uma decisão monocrática de um desembargador Federal do Tribunal Regional Federal da 5.ª Região, considerando o Exame da OAB inconstitucional e autorizando a inscrição nos seus quadros de dois Bachareis em Direito para exercer a advocacia sem prestar o exame; já que houvera outras decisões de juizes monocráticos sustentando o mesmo raciocinio sobre a inconstitucionalidade do Exame, e certamente a pressão da comunidade jurídica vai aumentar em 2011 para que não haja mais exame da Ordem para o ingresso à profissão; já que existe tramitando no Senado Federal um Projeto de lei 186/06, que tem o aval da Comissão de Educação, Cultura e Esporte, de autoria do senador Gilvan Borges, que altera os artis. 8.º, 58.º e 84.º da Lei Federal n.º 8.906, de 04 de julho de 1994, pronta para abolir o Exame da Ordem, necessario à inscrição como advogado na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Por que não racionalizar uma alternativa que torne o Exame da Ordem menos extressante e mais atrativo aos novos bacharelandos que desejam ingressar nos seus quadros como advogados? Por exemplo: por que a OAB não tornar obrigatoria, na próxima prova a ser realizada, apenas a objetiva. Seria uma alternativa viavel, menos pertubativa e com certeza não vai desqualificar os novos pleiteantes ao exercicio da profissão e a OAB ganharia com essa racionalidade! Convenhamos: aquele espelho refletor que "examina" a qualidade da segunda etapa do Exame é intragavel, burocrático e burro! E quem garante a imparcialidade do examinador? Cícero Tavares de Melo (chiquinhoolem@yahoo.com.br).

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