RSS Feed
Adicione o feed em seus favoritos.
Acompanhe o lançamento de cada notícia.
http://conjur.com.br/rss.xml
Colunistas
Domingo
Arnaldo Sampaio de Moraes Godoy
Vladimir Passos de FreitasSegunda-feira
Robson Pereira
Raul Haidar
Marília ScriboniTerça-feira
Pierpaolo Bottini
Aline Pinheiro
Marília ScriboniQuarta-feira
Roberto Duque Estrada, Igor Mauler Santiago, Gustavo Brigagão, Heleno Torres
Carlos CostaQuinta-feira
Luiz Flávio Gomes
Antenor Madruga
Alexandre Atheniense
Senso IncomumSexta-feira
Direito & Literatura
Ideias do MilênioSábado
Marília Scriboni
Projeto que prevê pensão para amante é um monstrengo jurídico
(cuja defesa e´claramente perseguida constitucionalmente , graças à proteção inovadora da UNIÃO ESTÁVEL)
Me desculpe, mas esta é a única opção racional e separada de emoções, assim como de interesses patrimoniais.
Acredito, também, que o mesmo serviria para o HOMEM em relação extraconjugal. Ele também teria direitos em relação à mulher casada com a qual mantivesse relações.
(cuja defesa e´claramente perseguida constitucionalmente , graças à proteção inovadora da UNIÃO ESTÁVEL)
Me desculpe, mas esta é a única opção racional e separada de emoções, assim como de interesses patrimoniais.
Acredito, também, que o mesmo serviria para o HOMEM em relação extraconjugal. Ele também teria direitos em relação à mulher casada com a qual mantivesse relações.
Só que, apesar de estarmos no século XXI, e as mulheres terem conquistados amplos direitos, merecidos, ainda vemos que estes mesmos direitos somaram-se ao que tradicionalmente são características tradicionais, como o de que o homem ainda é visto como provedor e, mesmo que a mulher trabalhe, é normal que esta considere seu quinhão exclusividade sua. Na hora de dividir, ainda vejo muito, repartir-se o que é do homem, e a mulher ficar com tudo que é seu.
A mulher é considerada parte fraca, com razão devido as características emocionais diferentes entre os sexos, mas pessoalmente, discordo quando facilmente um homem é tratado como gigolô, apesar de trabalhar, quando o mesmo papel é exercido sob outro nome, pela mulher.
Direitos iguais implicam deveres iguais.
E sobre a monogamia, é algo que requer amplo debate e, concordo com as questões éticas e morais pertinentes a sociedade, pois temos um conjunto de leis. Mas na prática, são comuns as relações com mais de um domicílio, o que muitas vezes trata-se até de algo que prejudica a familia matriz, visto ser algo particular e feito as escondidas. Com isto, pelo direito de herança, pune-se os demais familiares. Mas também, devemos meditar sobre isto, pois as pessoas não podem simplesmente amarrar seus sentimentos. Existem casos em que trata-se apenas de sexo, mas em vários outros, trata-se de uma união emocional mais profunda e que deve ser encarada corajosamente pelos nossos mais sábios, visando a harmonia da sociedade para que possamos viver de forma mais justa e perfeita.
Infelizmente, constata-se que, tanto o projeto do deputado, quanTo à prática ilícita dos Magalhães, é a prova da marginalidade existente no Legislativo Federal, e os maus costumes que existem numa cidade que nada produz ( anão ser fontes de corrupção) e tem uma das maiores rendas per capita do país !
Walther von Marées
Advogado/Oab/RS 27618
Como é que pode um editoral de um Jornal tão respeitado como a folha de São Paulo manifestar um visão tão preconceituosa com relação as mudanças feitas no direito de família.
Isso só poderia partir de um bando de jornalistas que não estão acostumados a vivenciar conflitos que existem na nossa sociedade e que as famigeradas mudanças descritas fizeram com que fossem amenizadas.
O jornalista para desconhecer a realidade ou então apegar a algo para ignorá-la (religião por exemplo), se manifestando pessoalmente sobre questões jurídicas.
E ainda tem um pensamento masoquista de que a separação judicial antes do Divórcio Direto é bom, só se for para causar mais danos as situações que já estão ruins.
É lamentável ver reportagens como esta saindo de um editoral de um jornal tão respeitado no país como a Folha de São Paulo.
E lamentável ver um artigo em que o autor procura apresentar sua posição pessoal e talvez até religiosa sobre o direito de família e ainda criticar as mudanças que corrigiram algumas injustiças e adequaram algumas situações para a nossa realidade atual.
Comentários encerrados em 3/01/2011
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.